Galera

Galera
A maior parte dos seres humanos, por preguiça e comodidade, segue o exemplo da maioria. Pertencer à minoria é tornar-se vulnerável, expor-se à critica. Tomar consciência da normose e de suas causa constitui a verdadeira terapia contemporânea. Trata-se, também, do encontro com a liberdade. Seguir cegamente as normas é tornar-se escravo. Roberto Crema

Esse é nosso lema!!

Esse é nosso lema!!
ESSE É NOSSO LEMA!!!! "A amizade é uma alma que habita vários corpos. Um coração que habita várias almas" Aristóteles

BOAS VINDAS!

Querer mudar o mundo é um desejo saudável e totalmente necessário. " Para ser feliz, o ser humano precisa somente de duas coisas: cultivar sementes de paz em seu coração e ter bons amigos. " - Buddha

Espaço da Galera!!!!!!!!!!!!!!!!!!

As coisas mais simples são os melhores presentes.

Leveza pra conduzir a vida; Beleza, que vai muito além da estética;

Determinação, porque sem ela nada acontece, nada;

Harmonia, paz e alegria sempre.

Silvana Mara dias Souza

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Um dia de cada vez!

Amadureço a cada dia, não tenho pressa de envelhecer
Caminho a passos largos, entro e saio do mapa, 
excursiono por fora e por dentro de mim, 
não estaciono, mas também não quero chegar
A pressa serve para concluir, o tempo para desenvolver
A pressa atropela, o tempo desliza
A pressa é cega, o tempo enxerga longe
A pressa esconde, o tempo mostra
A pressa esfria, o tempo aquece

Martha Medeiros.

''Que você seja capaz de descobrir o significado das pessoas e não utilidade. A utilidade passa, o significado é para vida inteira.'' (A. Desc.)

terça-feira, 30 de julho de 2013

Hoje.........

"Hoje eu quero a rua cheia de sorrisos francos
De rostos serenos, de palavras soltas
Eu quero a rua toda parecendo louca
Com gente gritando e se abraçando ao sol
Hoje eu quero ver a bola da criança livre
Quero ver os sonhos todos nas janelas
Quero ver vocês andando por aí
Hoje eu vou pedir desculpas pelo que eu não disse
Eu até desculpo o que você falou
Eu quero ver meu coração no seu sorriso
E no olho da tarde a primeira luz"...

Oswaldo Montenegro

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Viver.............

"Viver é ter fome. 
Fome de tudo. 
De aventura e de amor, de sucesso e de comemoração de cada um dos dias que se podem partilhar com os outros. 
Viver é não estar quieto, nem conformado, nem ficar ansiosamente à espera."

Joaquim Pessoa

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Me gasto!

..."Viver é uma caminhada e tanto, não tem essa colher de chá de selecionar onde descer. 
É preciso passar por tudo: pelo desânimo, pela desesperança, pela sensação de fracasso e fraqueza, até que a gente consiga chegar a uma praça arborizada onde iniciam outras dezenas de ruas, outras tantas passagens, e a gente segue caminhando, segue caminhando.
Locomover-se desse jeito é cansativo e lento, mas sei que não existe outra maneira consciente de avançar. 
Metrôs oferecem idas e vindas às cegas. 
Mantém nossas evoluções escondidas no subterrâneo. 
A gente não consegue enxergar o que há entre um desgosto e um perdão, entre uma mágoa e uma gargalhada, entre o que a gente era e o que a gente virou.
Não tem sido fácil, mas sinto orgulho por ter aprendido a atravessar, em plena luz do dia, o que em mim é sombrio e intricado.
Não me economizo mais.
Me gasto."

Martha Medeiros

terça-feira, 16 de julho de 2013

Em cada dia uma nova oportunidade.

"Mais um dia em que pude fazer escolhas certas, viver minha lucidez e a minha transformação sem dor. Os sentimentos serenados, tudo se organizando no meu Templo Sagrado de Dentro. Pude usar a minha criatividade nas coisas mais cotidianas, minha sensibilidade ao meu favor, minha intuição como meu guia, o meu dom sem vaidade e, ao contrário de tantas pessoas, aprender a dizer SIM: pra vida, pra alegria, pras coisas inteiras e intensas, pra beleza. Não aceito mais meias caronas nem presentes mensuráveis. Eu mereço tudo que a vida quiser me ofertar de maravilhoso porque me trabalho árdua e diariamente para ser merecedora do que é bom e verdadeiro. Sou GRATA a mim, a vocês, ao Universo porque inicio mais um dia com o coração iluminado por não ter sido negligente com o que me faz ficar em paz."

Desejo SEMPRE boas notícias.

Marla de Queiroz

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Bom Diaaaaaaaaa.............

Que a nossa semana seja repleta de...
Paciência para as dificuldades,
Tolerância para as diferenças,
Benevolência para os equívocos,
Misericórdia para os erros,
Perdão para as ofensas,
Equilíbrio para os desejos,
Sensatez para as escolhas,
Sensibilidade para os olhos,
Delicadeza para as palavras,
Coragem para as provas,
Fé para as conquistas,
E amor para todas as ocasiões...

(A.D.)
Namastê ♥

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Plantar é bom demais!

“Plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores. E você aprende que realmente pode suportar, que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!”

William Shakespeare
Namastê ♥

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Bom dia!



Que não sejam as dores do passado a comandar tua vida hoje. Que não desperdice tua alma a lamentar... Que o sol para ti, seja sempre libertador, quebrando os grilhões do que apague o sorriso. Que a partir de hoje, despertes para uma nova era em teu viver. Tempo de olhar adiante, de realizar novos sonhos, de desabrochar novas canções em tua alma! Tempo de se gostar! De brilhar!

Gi Stadnicki.
... Namastê ♥

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Divina Cora Coralina.

'Se temos de esperar, que seja para colher a semente boa que lançamos hoje no solo da vida. Se for para semear, então que seja para produzir milhões de sorrisos, de solidariedade e amizade.'

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Eu também gosto!

"Eu gosto de pessoas inteligentes que enxergam o mundo com humor. Tem muitas pessoas em quem eu bato o olho e penso: deve ser legal ser amiga dela. É gente que não carrega o mundo nas costas, que fala olhando nos olhos, que não se leva tão a sério, que é franca na hora do sim e na hora do não. É difícil sacar as qualidades de uma pessoa sem antes conhecê-la, mas intuição existe pra isso. Tenho vários amigos que enriquecem minha vida e se encaixam no meu conceito de 'pessoas especiais', mas meu coração é espaçoso e está em condições de receber novos inquilinos."
Martha Medeiros

sábado, 29 de junho de 2013

EXTINÇÃO DO AVESTRUZ por Andréa Pachá


Formada sob a hegemonia do pensamento neoliberal. Diariamente bombardeada pela massificação do consumo e tentando sobreviver em um mundo onde tudo conspira para aniquilar a ousadia, a criatividade, os sonhos coletivos, era previsível que qualquer manifestação contra o estado das coisas não fosse um ato organizado, articulado, racionalizado. Ao menos com os parâmetros que tínhamos até então.
No entanto, a surpreendente força nascida do inconformismo, alastrada pelas redes e transformada em energia viva e pulsante das ruas, deveria ser vista com mais respeito, curiosidade e encantamento pelos olhares que insistem em assistir a vida pelo retrovisor.
... E não estou falando em desconsiderar a história ou a experiência.
Era previsível desde o início que grupos organizados tentariam se apropriar da força das mudanças. Cada qual, do seu lugar e com seu batalhão de marketeiros, constrói ações e reações. Todos pautados pela lógica repudiada pelas ruas.
Impressionante a leitura dos artigos nos jornais. Os mesmo textos, repetindo as mesmas certezas e a inclusão de algumas linhas sobre os protestos. Uns atribuindo aos outros os golpes, as irresponsabilidades e chamando para o próprio umbigo as soluções. Não ouviram nada do que foi dito nesses dias. Se ouviram, não entenderam. Ou não quiseram entender.
Aprisionar os movimentos às pautas político-partidárias é fechar a panela de pressão com a água quase no fim.
Impor o medo nas ruas e dar visibilidade excessiva à ação de baderneiros para justificar os excessos policiais é estabelecer a lei do silencio quando ainda há muito o que gritar.
Não há um discurso único nos protestos. São inúmeras as insatisfações. Algumas com solução. Outras não. Não tem mágica.
Reencontros, possibilidades de compartilhar inquietações e angústias. A volta do pensamento coletivo e a tecitura uma rede fraterna de referências humanas e generosas. O encontro de espaços nessas ondas permanentes.
Buscar maneiras de convivência para os muitos direitos. Sufocar movimentos fascistas e totalitários. Compreender que o respeito às diferenças é um princípio fundamental para a liberdade. Nesse cenário, a convivência pode ser libertadora e digna. Exceto para o avestruz que não sobrevive, enquanto insistir em enterrar a cabeça.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Nosso maior medo não é sermos inadequados.

"Nosso maior medo não é sermos inadequados. Nosso maior medo é não saber que nós somos poderosos, além do que podemos imaginar.
É a nossa luz, não nossa escuridão, que mais nos assusta. Nós nos perguntamos: “Quem sou eu para ser brilhante, lindo, talentoso, fabuloso?”.
Na verdade, quem é você para não ser? Você é um filho de Deus.
Você, pensando pequeno, não ajuda o mundo. Não há nenhuma bondade em você se diminuir, recuar para que os outros não se sintam inseguros ao seu redor.
Todos nós fomos feitos para brilhar, como as crianças brilham. Nós nascemos para manifestar a glória de Deus dentro de nós. Isso não ocorre somente em alguns de nós; mas em todos.
Enquanto permitimos que nossa luz brilhe, nós, inconscientemente, damos permissão a outros para fazerem o mesmo.
Quando nós nos libertamos do nosso próprio medo, nossa presença automaticamente libertará outros.”
Nelson Mandela

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Eu gosto!

Gosto de gente positiva, com sorriso franco e olhar sincero...
Gosto de pessoas de luz...
Gosto de gente de verdade... De carne osso e coração!
Gosto de voz suave, beijo doce e abraço forte...
Me incomoda o quase, o morno, o “em cima do muro”
... Gosto da ousadia, da crença, da atitude!
Admiro a transparência, a espontaneidade... E te tenho uma enorme simpatia pelo sincero...
Aprecio o silêncio, mas a música me fascina...
Gosto de sol, de mar e cheiro de terra molhada...
Gosto de gente feliz! Que não lamenta, não reclama...
Gosto de gente guerreira, que cai levanta e sacode a poeira!
Gosto de gente que gosta de bicho...
Gosto de gente QUE GOSTA DE GENTE...
Não gosto de gente nublada...
Prefiro alma ensolarada!
(Ana Laura Paludo)

terça-feira, 25 de junho de 2013

A gente se acostuma, eu sei, mas não devia!

"A gente se acostuma a acordar de manhã, sobressaltado porque está na hora, a tomar café correndo porque está atrasado.
A gente se acostuma a ler o jornal no ônibus porque não pode perder tempo na viagem, a comer sanduíches porque não tem tempo para almoçar.
A gente se acostuma a andar nas ruas e ver cartazes, a abrir as revistas e ver anúncios, a ligar a televisão e assistir comerciais.
A gente se acostuma a lutar para ganhar dinheiro, a ganhar menos do que precisa e a pagar mais do que as coisas valem.
A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não a das janelas ao redor.
... A gente se acostuma a não abrir de todo as cortinas, e a medida que se acostuma, esquece o sol, o ar, a amplidão.
A gente se acostuma à poluição, à luz artificial de ligeiro tremor, ao choque que os olhos levam com a luz natural.
A gente se acostuma às bactérias da água potável, à morte lenta dos rios, à contaminação da água do mar.
A gente se acostuma à violência, e aceitando a violência, que haja número para os mortos. E, aceitando os números, aceita não haver a paz.
A gente se acostuma a coisas demais para não sofrer. A gente se acostuma para não se ralar na aspereza para preservar a pele.
A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que de tanto se acostumar, se perde por si mesma.
A gente se acostuma, eu sei, mas não devia."

- Marina Colassanti

domingo, 23 de junho de 2013

Pra encerrar o domingo!

"Tem gente que possui uma beleza de provocar dessas fomes raras, uma avidez por mais presença, a necessidade de um contato cada vez mais íntimo e imediato.
Feito uma atração poética que conjuga o corpo sem querer consumar o ato, mas um querer estar junto que não cessa nunca de fato.
Tem gente que só se pode trazer para a nossa vida com uma entrega esparramada."

Marla de Queiroz

terça-feira, 18 de junho de 2013

MENSAGEM AOS GOVERNANTES:



Acreditamos na esperança.
Vivemos somente pelo Amor.
Crescemos na Luz do novo dia.
... Lutamos por um novo Mundo...
Um Mundo sem injustiças ou diferenças.
Um Mundo melhor e mais justo.
Um Mundo de Paz e Luz.

(O Mundo de Gaya)

sábado, 15 de junho de 2013

15 Coisas Que Você Deveria Abandonar Para Ser Feliz.

(Este artigo é a tradução de um artigo em inglês, por Luminita D. Saviuc. O original está aqui)
Há uma lista de 15 coisas que, se você desistir de todas elas, isso vai fazer sua vida ficar muito, muito mais fácil e muito, muito mais feliz.
Nós nos prendemos a tantas coisas que nos causam tantas dores, estresse e sofrimento – e ao invés de deixá-las todas irem embora, agora… Ao invés de permitir que nós mesmos vivamos sem estresse e felizes… Nós nos agarramos a elas.
Não mais.
Começando a partir de hoje, nós desistiremos de todas essas coisas que não nos servem mais, e nós abraçaremos a mudança.
Preparado? Aqui vamos nós:

1. Desista da sua necessidade de estar sempre certo

Há tantos de nós que não conseguem suportar a idéia de estarmos errados, querendo sempre estar certos, mesmo sob o risco de terminar grandes relacionamentos ou causar um grande nível de estresse e dor, para nós e para outros.
Isso não vale a pena. Quando você sentir a necessidade “urgente” de entrar em uma briga sobre quem está certo e quem está errado, pergunte a si mesmo o seguinte:
“Eu preferiria ser a pessoa certa ou a pessoa gentil? Que diferença isso vai fazer? O meu ego é realmente grande desse jeito?”

2. Desista da sua necessidade de controle

Esteja disposto a desistir da sua necessidade de sempre controlar tudo que acontece a você e em volta de você – situações, pessoas, eventos etc.
Seja com seus amados, colegas de trabalho ou somente estranhos que você encontra na rua – apenas permita-os ser.
Permita que tudo e todos sejam como eles são e você verá o quão melhor isso vai fazer você se sentir.
“Ao se desapegar, tudo se torna realizado. O mundo é vencido por aqueles que se desapegam. Quando você tenta e tenta, o mundo se torna mais do que vencer.” (Lao Tzu)

3. Desista da culpa

Desista da sua necessidade para culpar outros pelo que você tem ou não tem, pelo que você sente ou não sente.
Pare de dar seus poderes para outros e comece a assumir as responsabilidades da sua própria vida.

4. Desista da sua conversa interior derrotista

Oh, meu Deus! Quantas pessoas estão machucando a elas mesmas por causa das suas mentalidades negativas, poluídas e repetitivas?
Não acredite em tudo que sua mente está lhe dizendo – especialmente se é negativista e auto-destrutiva.
Porque você é melhor do que tudo isso.
“A mente é um instrumento supremo se usada corretamente. Usada de maneira errada, no entanto, ela se torna muito destrutiva.” – Eckhart Tolle

5. Desista das suas crenças limitantes

Sobre aquilo que você pensa que pode ou não pode fazer, sobre o que é possível ou impossível.
De agora em diante, você não mais irá permitir que suas crenças limitantes mantenham você paralisado no lugar errado.
Abra suas asas e voe!
Uma crença não é uma idéia presa pela mente, ela é uma idéia que prende a mente. – Elly Roselle.

6. Desista de reclamar

Desista da sua necessidade de reclamar sobre aquelas muitas, muitas, muuuuuitas coisas – pessoas, situações, eventos que lhe fazem infeliz, triste e deprimido.
Ninguém pode fazer você infeliz, nenhuma situação pode fazer você triste ou miserável a não ser que você permita que isso aconteça.
Não é a situação que dispara aqueles sentimentos em você, mas sim como você escolhe olhar para tudo aquilo.
Nunca subestime o poder do pensamento positivo.

7. Desista da luxúria das críticas

Abandone sua necessidade de criticar coisas, eventos ou pessoas que são diferentes de você.
Nós somos todos diferentes, e mesmo assim somos iguais.
Todos nós queremos ser felizes, todos nós queremos amar e sermos amados e todos nós queremos ser compreendidos.
Todos nós queremos algo, e algo que é desejado por todos nós.

8. Desista da sua necessidade de impressionar os outros

Pare de pensar tão seriamente em ser ago que você não é somente pra fazer os outros gostarem de você.
Isso não funciona desse jeito. No momento que você pára de tentar tão seriamente ser algo que você não é, no momento que você tira todas as suas máscaras, no momento que você aceita e abraça seu eu verdadeiro, você descobrirá as pessoas sendo atraídas por você, sem esforço algum.

9. Abandone a sua resistência à mudança

Mudar é bom.
Mudar irá lhe ajudar a ir de A a B. Mudar irá ajudar você a fazer melhorias em sua vida e também na vida de pessoas à sua volta. Siga seu destino, e abrace a mudança – não resista a ela.
“Siga o seu destino e o universo irá abrir portas para você onde antes só haviam muros.” – Joseph Campbell

10. Desista das etiquetas

Pare de etiquetar coisas, pessoas ou eventos que você não entende. Páre de chamá-los “estranhos” ou “diferentes”. Tente abrir sua mente, pouco a pouco.
As mentes só funcionam quanto estão abertas.
“A mais alta forma de ignorância é quando você rejeita algo sobre o qual você não sabe nada sobre.” – Wayne Dyer

11. Desista dos seus medos

Medo é só uma ilusão. Ele não existe – você o criou. Está tudo na sua mente. Corrija o seu interior e tudo no seu exterior irá se encaixar.
“A única coisa que nós temos que temer é o próprio medo.” – Franklin D. Roosevelt.

12. Desista das suas desculpas

Coloque-as em um pacote e diga a elas que elas estão despedidas.
Você não mais precisa delas. Um monte de vezes nós limitamos a nós mesmos por causa das muitas desculpas que nós usamos.
Ao invés de crescer e trabalhar em melhorar nós mesmos e nossas vidas, nós nos tornamos presos, mentindo para nós mesmos, usando todos os tipos de desculpas – desculpas que 99,9% das vezes não são nem reais.

13. Desista do seu passado

Eu sei, eu sei. É difícil. Especialmente quando o passado parece tão melhor do que o presente – e o futuro parece tão assustador.
Você deve levar em conta o fato de que o momento presente é tudo o que você tem e tudo que você irá ter na vida.
O passado que você agora está buscando reviver – o passado com o qual você ainda sonha – foi ignorado por você quando ele era presente.
Pare de se iludir.
Esteja presente em tudo que você faz, e aproveite a vida.
Afinal, a vida é uma jornada, não um destino. Tenha uma visão clara do futuro. Prepare a si mesmo, mas sempre esteja presente no seu agora.

14. Desista do apego

Este é um conceito que, para a maioria de nós, é tão difícil de compreender e eu tenho que dizer a você que isso era complicado pra mim, também.
E ainda é… Mas não é mais algo impossível.
Você fica melhor e melhor nisso com tempo e prática. No momento em que você desliga a si mesmo de todas as coisas, você se torna muito mais cheio de paz, tão tolerante, tão gentil e tão sereno…
Isso não significa que você não dê o seu amor para estas coisas – porque amor e apego não têm nada a ver um com o outro. Apego vem de um lugar de medo, enquanto amor… Bem, amor real é puro, gentil e sem ego. Onde há amor não pode haver medo, e por causa disso, apego e amor não coexistem.
Livrando-se do apego, você chegará em um lugar onde você será capaz de entender todas as coisas sem tentar.
Um estado além das palavras.

15. Desista de viver sua vida através das expectativas de outras pessoas

Muitas pessoas estão vivendo uma vida que não é a vida delas.
Elas vivem vidas de acordo com o que os outros pensam que é melhor para elas, elas vivem suas vidas de acordo com o que seus pais pensam que é melhor, pelo que seus amigos pensam, seus inimigos, professores, governo e até do que a mídia pensa que é melhor para elas.
Elas ignoram suas vozes interiores, aquele chamado interno… Essas pessoas estão tão ocupadas em procurar agradar a todo mundo, preocupadas em atender as expectativas de outros, que elas perdem o controle de suas próprias vidas.
Elas esquecem o que as torna felizes, o que elas querem, o que elas precisam… E, eventualmente, elas esquecem delas próprias.
Você tem uma vida – essa aqui, agora – e você precisa vivê-la, apropriar-se dela e, especialmente, não deixar que a opinião de outras pessoas distraiam você do seu caminho.
http://espalheoamor.com.br/15-coisas-que-voce-deveria-abandonarpara-ser-feliz/ 

Bom Diaaaaaaaaa!



A 'Alegria' espanta quaisquer energias negativas. E, sem dúvida, começar o dia 'Agradecendo' nos conecta com a Alegria. Uma excelente forma de começar o dia!
Deixe a Alegria invadir Você...
Namastê

Que seu dia seja Iluminado pela Luz Divina......

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Dica de Leitura!


“O verdadeiro artista deve atuar como guerrilheiro”

Confira entrevista com o escritor Antonio Geraldo, que participa do VI Festival da Mantiqueira
Mariana Marinho



Ao lado de Cadão Volpato, Paloma Vidal participa da conversa “Aventuras da memória
Desde 2008, a charmosa São Francisco Xavier, distrito da cidade de São José dos Campos, abre suas portas para o Festival da Mantiqueira – Diálogos com a Literatura. Pensado para quem gosta de literatura, o evento reúne escritores e amantes dos livros com o objetivo de incentivar o prazer  da leitura, a difusão, a discussão e a celebração da literatura enquanto fazer artístico e manifestação cultural.
Com o tema Regiões da Literatura, o VI Festival da Mantiqueira busca discutir de que forma as vivências locais influenciaram as obras de grandes autores brasileiros e internacionais. “A escolha desta linha-mestra não é extemporânea. Nem é uma invenção. Ela se impôs a partir da observação da cena cultural brasileira. Com as transformações recentes pelas quais passou o país, muitos artistas perceberam a matéria bruta que a realidade lhes fornecia. E a tomaram nas mãos, para transformá-la em arte”, expõe Heitor Ferraz, curador do festival e editor da revista CULT.
“O tema é bem amplo e ao mesmo tempo sugestivo, o que é bom”, afirma Paloma Vidal. Ao lado de Cadão Volpado, a escritora, nascida em Buenos Aires, participa da mesa “Aventuras da Memória”. No romance Mar Azul, Paloma traz a busca pela memória como principal eixo temático da obra. “Venho trabalhando com a memória porque é uma pergunta para mim. E é nesse sentido que se estabelece minha relação com ela: é um material aberto, imprevisível, que pode nos surpreender”, diz.
Mar Azul recupera um tempo que tem a ver com a ditadura argentina. Meu livro também toca nesse tema. Mas ambos usamos a imaginação e a literatura para tratar do assunto. Creio que a nossa conversa vai ser muito boa por causa disso”, comenta Cadão.
Fernando Bonassi, José Roberto Torero e Lauro César Muniz, mediados por Renata Pallottini participam do debate “Diálogos com o cinema e a TV”. Augusto Massi, Humberto Werneck e Ivan Ângelo discorrem sobre Rubem Braga na mesa “100 anos de Braga”.  Na mesa “Libertinagem” conversam Reinaldo Moraes e Eliane Robert Moraes. O evento conta ainda com a presença de Raquel Cozer, Paulo Lins, Chacal e outros palestrantes.
Além das mesas, o Festival traz o projeto Imprensa Jovem, oficinas, programação infantil e intervenções artísticas e apresentações musicais, como o show “Toquinho Voz e Violão – Homenagem ao poeta Vinícius de Moraes”.
Confira a seguir a entrevista com Antonio Geraldo Figueiredo Ferreira. O escritor participa da mesa “Regiões da prosa brasileira”, junto com Luiz Ruffato e Wesley Peres.
Antonio Geraldo, autor de "As visitas que hoje estamos"
CULT - O tema geral do festival é “Regiões da Literatura”. Como sua obra se encaixa nesse recorte?
Antonio Geraldo - O termo “região” é muito feliz. Etimologicamente liga-se a uma divisão premeditada dos céus pelos áugures, que assim teriam como predizer o futuro. A literatura, de algum modo, buscando desenterrar sua matéria do presente, ou mesmo do passado, ambiciona os tempos vindouros, criando em si, e de si, uma permanência dialógica com os leitores de sua época, está claro, mas também com aqueles que ainda não nasceram. É desse modo que a obra pode conversar inclusive com os mortos… E eles respondem.
As visitas que hoje estamos procura perceber a voz do mundo rural em consonância com o mundo citadino, urbano, e, ao mesmo tempo, a dissonância entre eles. Já disse em entrevistas que o conceito de formação, no Brasil, é reposto continuamente como pergunta, entroncamento incessante, por assim dizer. Muitos falaram das cidades; outros tantos, do interior. É preciso, creio, andar pelas fronteiras cambiantes desses dois mundos que são um só, também, para entender o rumo de nossos passos. Meu romance procura tropeçar por aí… Por essas regiões indefinidamente mapeadas.
Você participará da mesa “Regiões da Prosa Brasileira”. O que espera do encontro?
Tenho certeza de que será agradável. Estou ansioso para ouvir Luiz Ruffato e Wesley Peres. Pensando como leitor, como fã, tais encontros dão rosto à admiração. Se isso parece meio pop, e acho que é, mesmo, porque um homem não pode fugir aos imperativos históricos de sua época, por outro lado expõe o rosto do escritor, sua voz, seus trejeitos, suas hesitações. Deixa de ser pose de orelha de livro. E um leitor ali sentado percebe que a voz do livro de que gostou não tem por detrás nenhum tom diferenciado do que ele mesmo tem, quando conversa com os amigos.
Você concorda que buscar experiências locais sem embarcar na onda nacionalista tem revelado as possibilidades de uma literatura cada vez mais forte e que se impõe além das nossas fronteiras?
Concordo. E a questão é mais antiga do que parece, ou, melhor dizendo, talvez seja a nossa grande questão. Outro dia coloquei no Google, entre aspas, a expressão “instinto de nacionalidade”. Mais de 60.000 resultados, acredita? Mas é aí mesmo que a porca torce o rabo…
Creio também que o interesse pela nossa literatura, que certa feita teria atraído pelo pitoresco, apenas, hoje se estabeleça sem disfarces como resultado de um sistema econômico mundial que procura apagar todas as fronteiras com a borracha pesada do Capital necessariamente apátrida, escancarado no esperanto numérico dos lucros crescentes. Os nossos jornais dão mais destaque ao Best-seller estrangeiro do que aos nossos autores. É preciso relembrar as palavras de Paulo Emílio Salles Gomes… “Até o pior filme brasileiro nos diz mais que o melhor filme estrangeiro”.
Cada região apresenta seus dilemas, suas características e seu ritmo ao mesmo tempo em que está conectada com um Brasil – e um mundo – tecnológico. Como é para o escritor atual lidar com essa realidade?
Caso tivéssemos acabado de inventar a comunicação por sinais de fumaça, o escritor deveria tratar de juntar lenha. O instrumento não é nada. Tudo é o que fazemos com ele. Com uma faca você pode preparar uma bela refeição ou cortar o pescoço do vizinho.
Se os novos veículos pulverizam as fronteiras, como já disse, por outro lado criam neles mesmos um movimento de resistência que, por assim dizer, é o movimento da criação artística, do papel do intelectual diante de sua realidade. Explico-me. O circunscrito extrapola seus limites e se mostra onipresente em sua inusitada pequenez, o que, em última análise, propicia aquele movimento de resistência extraído paradoxalmente desse novo mundo tecnológico. O verdadeiro artista não pode se esquecer de que sempre atuará como guerrilheiro…
Seu livro As visitas que hoje estamos não se enquadra na denominação tradicional de romance. Essa mistura de gêneros ocorreu de forma natural ou foi algo pensado previamente?
Foi pensado. Gosto dos artistas que não colocam uma vírgula se ela não tiver significado. Isso é arte. Acreditar em arte natural é besteira. Natural por natural, melhor viver, concorda? A boa obra de arte potencializa as nossas existências. E, mais importante: na obra, isso deve parecer natural…
As visitas que hoje estamos foi apontado pela crítica como a grande revelação dos últimos anos em nossa literatura. Como você lida com a repercussão da obra?
Não vou mentir. É muito bom. E o reconhecimento artístico é muito especial, porque sentimos de algum modo que ele transcende as rugas. É uma plástica que o sujeito imagina reposta pelos anos afora. Claro que às vezes o cara fica esticado demais na cara, e aí danou-se…
Já está trabalhando em uma próxima obra?
Está bem adiantada. Dialoga com As visitas que hoje estamos. Eusébio Sousa, o suicida autor dos “Sofismas Diários” e da peça teatral estará de volta… É o poder do escritor. Vou trazer o defunto de volta à vida. Com os dois volumes encerrarei o projeto maior que concebi.
VI Festival da Mantiqueira – Diálogos com a Literatura
Onde:
Praça Cônego Antonio Manzi, São Francisco Xavier – São José dos Campos (SP)
Quando: 14/06 a 16/06
Quanto: gratuito
Info.: www.festivaldamantiqueira.com.br

Uma pena que não poderei estar lá.

Fernando Pessoa... hoje o dia é só dele!



"Sossega, coração! Não desesperes!
Talvez um dia, para além dos dias,
Encontres o que queres porque o queres.
... Então, livre de falsas nostalgias,
Atingirás a perfeição de seres.
Mas pobre sonho o que só quer não tê-lo!
Pobre esperança a de existir somente!
Como quem passa a mão pelo cabelo
E em si mesmo se sente diferente,
Como faz mal ao sonho o concebê-lo!

Sossega, coração, contudo! Dorme!
O sossego não quer razão nem causa.
Quer só a noite plácida e enorme,
A grande, universal, solente pausa
Antes que tudo em tudo se transforme."