Galera

Galera
A maior parte dos seres humanos, por preguiça e comodidade, segue o exemplo da maioria. Pertencer à minoria é tornar-se vulnerável, expor-se à critica. Tomar consciência da normose e de suas causa constitui a verdadeira terapia contemporânea. Trata-se, também, do encontro com a liberdade. Seguir cegamente as normas é tornar-se escravo. Roberto Crema

Esse é nosso lema!!

Esse é nosso lema!!
ESSE É NOSSO LEMA!!!! "A amizade é uma alma que habita vários corpos. Um coração que habita várias almas" Aristóteles

BOAS VINDAS!

Querer mudar o mundo é um desejo saudável e totalmente necessário. " Para ser feliz, o ser humano precisa somente de duas coisas: cultivar sementes de paz em seu coração e ter bons amigos. " - Buddha

Espaço da Galera!!!!!!!!!!!!!!!!!!

As coisas mais simples são os melhores presentes.

Leveza pra conduzir a vida; Beleza, que vai muito além da estética;

Determinação, porque sem ela nada acontece, nada;

Harmonia, paz e alegria sempre.

Silvana Mara dias Souza

sábado, 7 de junho de 2014

18 dicas infalíveis para você ser mais bem humorado no seu dia a dia.

O pessimismo faz com que uma pessoa semeie negatividade por onde passa, fazendo com que as outras pessoas criem uma imagem ruim daquele que assim procede

O estado de humor de uma pessoa influencia grandiosamente suas atitudes, decisões e pensamentos, fazendo com que o mesmo, seja um fator positivo quando usado de maneira estratégica.
Obviamente ninguém consegue estar de bom humor 24 horas por dia, portanto, o importante é criar métodos para que a pessoa trabalhe essa questão, e consequentemente, consiga otimizar o nível de seu humor.
Nessa era em que vivemos, onde o mundo cria cada vez mais, seres estressados e ansiosos e onde a depressão invade as casas das pessoas constantemente (como um visitante inconveniente, que insiste em não se retirar), é quase uma utopia exigir bom humor das pessoas, no entanto, é possível “rachar esse vaso inquebrável” se seguirmos alguns métodos disciplinadamente, quebrarmos alguns paradigmas e principalmente, se tivermos tenacidade.
Vale lembrar que humor é uma questão de escolha, sendo assim, não culpe o mundo por sua incapacidade de admirar o brilho das estrelas do céu, ou, de não apreciar a formosura da aurora boreal, ou, de negligenciar a beleza de uma flor ao desabrochar, ou, de não se alegrar-se com um elogio de uma pessoa querida, enfim, não culpe os outros por suas atitudes negativas que te transformaram em um velho cansado, que sofre de uma espécie de surto de negatividade eterna.
Seguindo o raciocínio dos parágrafos acima, elaborei 18 dicas para que você seja mais alegre em seu dia a dia, contagiando aqueles que fazem parte de seu convívio cotidiano, confira:
1 – Não leve a vida tão a sério: de vez em quando é importante quebrar regras, pois, do contrário, nossa vida se tornará burocrática, monótona e repetitiva, fazendo com que o inferno astral venha até nós, nos tornando seres que valorizam um amontoado de normas que, muitas das vezes, não servem para nada. Sendo assim, erre mais e preocupe-se menos, para que assim, você seja uma pessoa que tem direito de fracassar, pois, no mundo as derrotas são sempre maiores que as vitórias.
2 – Pratique o ato de sorrir: todos nós temos uma marca guardada na mente das pessoas, que faz com que a mesma, se lembre de nós através dessa imagem que passamos para ela. Sendo assim, escolha o sorriso como sua marca, para que assim, as pessoas lembrem-se de você como alguém que transmite alegria e entusiasmo.
3 – Infantilize-se: a vida de uma criança é comparável a uma festa de aniversário perpétua. Sabe porque isso acontece? Porque todas as tarefas são divertidas e contagiantes, ou seja, porque elas (crianças) acreditam que todas as atividades são prazerosas de fazer. Sendo assim, em suas tarefas do trabalho, escola, residência, ou, quaisquer outra atividade que tiver de realizar, ame fazê-la, das mais difíceis as mais fáceis, fazendo com que as atividades penosas, se transformem em atividades regozijantes e entusiasmantes. Digo isso, porque quando nos tornamos adultos perdemos algumas qualidades que tínhamos em nossa infância, e essa (o amor por executar as tarefas) é uma delas.
4 – Viva todos dias de sua vida como se fosse o último: nenhum ser humano possui o poder de saber quanto tempo de vida terá nessa terra, sendo assim, tudo aquilo que um homem possui é o hoje, o agora. Se você entender isso, valorizará os bons momentos com seus amigos, família e até com seus inimigos, pois, são eles que fazem a nossa vida valer a pena.
5 – Observe apenas os pontos positivos e enterre os negativos: o dinheiro deve ser visto apenas como consequência por bons trabalhos executados. Na Bíblia sagrada, aquele que é considerado por muitos como: “o maior líder de todos os tempos”, o famoso Jesus Cristo, externou que: “a felicidade do homem não está nos bens que ele possui”, ou seja, não importa a quantidade material que a pessoa possui, pois, o que garante a felicidade do ser humano não consiste em coisas exteriores e sim interiores, sendo assim, o bem aventurado é aquele que busca ser e não ter.
Em outras palavras, não importa se você possui em sua conta bancária um milhão de reais, ou, um mil reais, pois, não é isso que traz felicidade, pois, felicidade é outra coisa, por conta de estar relacionado com a alma e não com as coisas terrenas. Quer exemplos? Recentemente o exímio cantor Alexandre Magno Abrão, popularmente conhecido como Chorão, da banda Charlie Brown Jr, foi encontrado morto em seu apartamento por conta de uma overdose de cocaína, apontado pelo laudo necroscópico da Polícia Técnico-Científica de São Paulo. Pense comigo: uma pessoa com o mundo inteiro aos seus pés (dinheiro, aviões, mulheres, facilidades, status, paparazzi, etc.), mas, que não estava bem consigo mesmo, sendo assim, eu pergunto?
De que adianta todas essas coisas, se o coração é fraco? Um ser humano jovem, com um dom espetacular para a música e que era adorado e reverenciado por inúmeras pessoas, mas que, como muitos artistas célebres, não encontrou a essência da felicidade, a saber: o seu equilíbrio interior. Quer outros exemplos célebres? Michael Jackson, Heath Ledger, Cory Monteith (pesquise sobre eles e você perceberá a semelhança das mortes), dentre outros tantos. Sendo assim, observe apenas os pontos positivos e se contente com aquilo que o universo proporcionou para você, fazendo da simplicidade a grande qualidade de sua vida e trabalhando para que seu interior seja restaurado (domínio próprio, alegria, mansidão, longanimidade, paz, etc.) fazendo com que o exterior não afete a área física.
6 – Não guarde as coisas para si, mas dissemine: partilhar conhecimentos, objetos e tempo, nos ajuda a sairmos de nosso egocentrismo e de nossa autoadoração, nos transformando em seres humildes e reconhecidamente dotados de uma bondade ímpar. 
7 – Pratique a caridade: existe algo que ocorre dentro de nosso âmago que faz com que tenhamos uma sensação regozijante quando estendemos a mão para o nosso próximo, como se tivéssemos uma certeza absoluta de que conseguimos, pelo menos por um dia, fazer desse mundo um lugar melhor.
8 – Perdoe aqueles que maltratam-te: todas as pessoas mau humoradas que conheço, possuem uma característica muito peculiar em suas personalidades, que é incapacidade de perdoar. Em contrapartida, os bem humorados perdoam antes mesmo do erro ser cometido, fazendo com que o esquecimento seja o combustível de sua motivação.
9 – Ame as adversidades: eu sequer seria um articulista se inexistissem os problemas, pois, sobre o que escreveria se as pessoas não fossem donas de dificuldades e complexidades? Sendo assim, aproveite os momentos de crise para que você possa crescer através deles e principalmente, aproveite esses momentos para aprender a usar o dom da criatividade, pois, é para isso que fomos criados.
10 - Não se importe com os erros do passado: Fique tranquilo, você não terá que comparecer ao tribunal de Osíris (deus da mitologia egípcia e responsável por julgar os mortos na “Sala das Duas Verdades”, onde realizava a pesagem do coração do ser, que sofria as consequências de acordo com essa pesagem) para ser julgado por seus erros. Não se martirize por seus equívocos e não tenha medo de correr riscos, pois, é fazendo grandes apostas que se recebem grandes recompensas.
11 – Não seja uma pessoa sistemática: um ser humano muito rígido, traz para si, uma imagem de alguém que não pode receber brincadeiras, ou seja, é como um general poderoso que se for desacatado, estica as algemas e quer logo prender aquele que o “desrespeitou”. Sendo assim, aja diferente e não se importe com as piadas alheias, mas, use-as positivamente, fazendo com que as pessoas vejam você como alguém aberto e que esbanja alegria e irreverência.
12 - Sempre aja com planejamento e organização: se você planejar e organizar sua vida em prol de seus objetivos, não correrá o risco de se arrepender por não ter tido a responsabilidade de correr atrás de seus sonhos de maneira inteligente.
13 – Não faça acepção de pessoas: trate as pessoas com equidade, afinal de contas, se não fossem elas você sequer estaria aqui, pois, é um ser dependente de todos os outros que vieram antes de você. Quer que eu prove? Você não é autossuficiente, haja vista, que para vir ao mundo precisou de duas pessoas coabitarem entre si, para que você fosse criado, depois, precisou de uma que guardasse e cuidasse de você dentro dela (geralmente por nove meses) até que você ficasse pronto para nascer, depois, precisou de alguém para te alimentar, fazer sua higiene pessoal e cuidar de sua saúde, depois, precisou de alguém que te ensinasse a engatinhar e posteriormente a caminhar, depois, precisou de alguém que te educasse (te ensinasse a falar, ler, usar a lógica, etc.), depois, quando adulto, precisou de alguém que estivesse disposto a apostar em você e te dar uma oportunidade de emprego, enfim, você sempre foi, é, e será ajudado pelos outros, pois, sozinho nada podeis fazer. Sendo assim, eu pergunto: quem é você, para se julgar superior as outras pessoas do mundo?
14 – Fuja das pessoas negativas: não se aproxime das pessoas que amam reclamar de tudo e de todos, pois, eles existem para desmotivá-lo. Sendo assim, participe de um grupo de amigos que seja bem humorado, pois, eles te darão momentos de prazer e júbilo.
15 – Seja grato com as pessoas: a gratidão é algo muito bem valorizado pelas pessoas, sendo assim, cuide disso, para que você não se esqueça de agradecer aqueles que buscam ajudá-lo.
16 – Pratique uma atividade física: movimente seu corpo e o faça transpirar, pois, o exercício físico é um antídoto contra as bagagens negativas que sua mente acumula ao longo de sua vida.
17 - Busque fazer aquilo que você gosta constantemente: se você aprecia estar com seus amigos, esteja com eles, se você aprecia um bom happy hour, seja participante constante do mesmo, ou seja, busque fazer aquilo que satisfaz suas vontades, porque afinal de contas, você tem o direito de se sentir bem.
18 - Comemore sempre: aprenda a comemorar suas vitórias, estourando champagnes e vibrando com as conquistas, pois assim, seu cérebro irá identificar que você é uma pessoa vitoriosa e que possui inúmeros motivos para se sentir feliz.
Pablo de Paula

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Algumas pessoas se destacam para nós.

“Algumas pessoas se destacam para nós. 
Não há argumento capaz de nos fazer entender exatamente como isso acontece. 
Porquê dançam conosco com mais leveza nessa coreografia bela, e tantas vezes atrapalhada, dos encontros humanos. 
Muitas vezes tentamos explicar, em vão, a medida do nosso bem-querer. A doçura de que é feito o olhar que lhes dirigimos. 
O sentimento que nos move para ajudá-las a despertar um único sorriso. Não importa quando as encontramos no nosso caminho. 
Parece que estão na nossa vida desde sempre e que mesmo depois dela permanecerão conosco.”
Ana Jácomo

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Gente que gosta de GENTE!

"Meu tipo preferido de gente é aquela que espirra engraçado, que ri com a mão na barriga, que canta e dança qualquer música.
Aquele tipo de gente que tropeça e finge que tá correndo, que sai de pijama na rua, que acorda rindo.
Gente que não planeja tudo.
Gente que pede licença, que diz "obrigado", que pede desculpas, que chora assistindo filme.
Aquele tipo de gente que é muito sincera, mas sabe, quando e como falar, aquele que conversa olhando nos olhos. 
Aquele tipo de gente que te faz sorrir, que te faz sentir importante, que se importa.
Aquele tipo de gente que não tem vergonha de ser feliz.
Gente que gosta de GENTE."
Vanessa Pimentel

sábado, 24 de maio de 2014

Ria e deixe rir!

Saber rir de si mesmo e aproveitar a risada com os amigos são pontos positivos para nós, brasileiros

Para nós, saber rir da vida conta mais do que a aparência física ou o dinheiro
Foto: Hans Neleman
Dar uma boa gargalhada é algo sério entre os brasileiros. Tanto é que virou tema de análise da antropóloga carioca Mirian Goldenberg. Ela está começando a analisar os primeiros questionários da sua pesquisa sobre a importância da risada na cultura brasileira.
O trabalho começou em 2007, quando, ao ser convidada para dar uma conferência na Universidade de Munique, percebeu que o sorriso que estampava no rosto a afastava dos alemães. "Tem povos que não riem, ou que riem de forma contida; já para o brasileiro, levar-se muito a sério é um dado negativo", conclui Mirian. "Então, saber brincar com os problemas, rir de si mesmo e não se preocupar tanto com o que os outros acham tornam-se atrativos. Às vezes mais importante até que a preocupação com o corpo, a aparência ou o dinheiro".

E, aí, entram em cena poderosos aliados nessa gostosa missão: os amigos. Ri melhor quem ri com o outro, quem compartilha a sensação de estar descontraído e de bem com a vida; porque isso indica intimidade e ajuda a manter e a fortalecer as relações.

Então, da próxima vez que alguém começar a gargalhar numa reunião de trabalho, por exemplo, não esquente. O ambiente vai ficar mais leve: afinal, rir não tem contraindicação.
Acesse o site da antropóloga para mais detalhes: miriangoldenberg.com.br.

quinta-feira, 22 de maio de 2014

22 atitudes simples pra deixar sua mulher mais feliz!


Esqueça a jóia cara, a conta bancada na balada de playboy, o jantar naquele bistrô francês que (se não fosse passar vergonha) adoraria parcelar em três vezes. Os homens que valem a pena de verdade não se contentam em estar com uma mulher que pode ser comprada com um sapato caro ou com uma bolsa da gringa. Isso é muleta pros frouxos, prós covardes, que não conseguem conquistar nada na vida sem a presença do dinheiro. Ganhar com dinheiro é fácil – ganhar pelas atitudes, meu amigo, é o desafio que premia os melhores com as mulheres mais especiais. Por mais que muita mulher deteste assumir, todo ser do sexo feminino ama uma sensibilidade, uma sutileza, uma delicadeza. Ela pode ter amado ganhar aquele livro, mas se, ao abri-lo, se deparar com uma página branca, sem nenhuma palavra escrita por você, o presente perde a metade da graça. Por isso, na coluna de hoje, resolvemos dar uma força para os machos de plantão – aqueles bem intencionados, porém com a sensibilidade digna de um ogro – que estão em busca de uma mulher legal, mas que falham em todas as tentativas. Porque, muito provavelmente você não saiba que a solução para os seus problemas está em atitudes tão simples que podem até parecer ridículas. Fizemos então uma lista com atitudes simples que você pode fazer para deixá-la mais feliz hoje:

1. Esconder alguns post-it com mensagens fofas no meio dos pertences dela, para que ela vá achando-os aos poucos, durante o dia;
2. Pegar ela de surpresa no trabalho e a levar pra tomar um café num lugar gostoso;
3. Entrar no banheiro na hora em que ela estiver tomando banho e começar o sexo ali mesmo;
4. Esperar ela ir se deitar e chegar com um hidratante, dizendo que hoje é o dia de sorte dela, pois ela irá receber aquela massagem dos deuses;
5. Se concentrar pra observar detalhes nela – aqueles que nem você tinha reparado ainda – e elogiá-los;
6. Alugar aquele filme romântico que ela tinha comentado que adoraria assistir e chegar a casa dela com o filme e com um vinho (uma vez na vida não mata, ok?);
7. Deixar um recado escrito no espelho pra ela;
8. Mandar um SMS no meio do dia com uma mensagem sincera pra ela;
9. Comprar uma caixa de chocolates e – dentro – colocar uma cartinha escrita por você;
10. Levar café na cama – mesmo que seja café com leite e pãozinho com requeijão;
11. Um SMS dizendo pra ela se arrumar que você vai passar na casa dela pra fazerem um programa juntos (daí use sua criatividade);
12. Dar de presente um pen drive com músicas que te fazem lembrar-se de vocês;
13. Fazer uma sessão demorada de sexo oral nela e dizer que hoje você não precisa de recompensa;
14. Acordá-la dizendo coisas sinceras no pé do ouvido;
15. Dar pra ela um livro que você já tenha lido e que ache que ela vai gostar – claro, com uma mensagem escrita à mão na contracapa;
16. Chamá-la pra fazer um piquenique no parque num sábado desses de outono;
17. Passar no trabalho dela de surpresa para almoçarem juntos;
18. Se vocês moram junto, fizer faxina na casa ou (pagar alguém pra fazer) e surpreendê-la com a casa limpinha quando ela chegar da rua;
19. Mandar lavar o carro dela;
20. Fazer um jantar pra ela, mesmo que seja simples (não venha com essa de não sei cozinhar – na internet tem milhares de sites com receitas simples. Leia e replique difícil?)
http://www.casalsemvergonha.com.br/2014/05/22/22-atitudes-simples-pra-deixar-sua-mulher-mais-feliz/


sábado, 17 de maio de 2014

Por que aceitamos engolir sapo?

Descubra porque toleramos ou ficamos calados diante de algo que nos desagrada. Afinal, por que aceitamos engolir sapo?


Edição 0107

mulher tapa boca
Ninguém tem a obrigação de ler seus pensamentos se você não se posiciona
Foto: Getty Images
Devemos defender nossas posições com unhas e dentes, sem temer as consequências, ou... engolir sapo? Quem vive engolindo sapos sofre muito: tem dificuldade para dizer não, fica calado ou concorda com o outro em situações polêmicas só para evitar conflitos, ignora os próprios desejos para não gerar mágoas. "A pessoa não expressa seu sentimento e opinião simplesmente por medo da reação negativa de seu interlocutor. Essa atitude tem a ver com a cultura, com crenças que estão no modelo mental guiando nosso comportamento para a passividade em situações em que nos sentimos ameaçados ou com riscos de perdas", explica Vera Martins, especialista em medicina comportamental, diretora da Assertiva Consultores, de São Paulo, e autora do livro "Seja Assertivo!" (editora Campus).

Depois vem aquela sensação de impotência e frustração por não conseguir expressar os sentimentos, por achar que tem sempre alguém determinando o que deve ser feito. E lá ficamos nós, nos sentindo incompreendidos e manipulados, remoendo uma mistura de raiva e culpa enquanto pensamos no que deveríamos ter dito no momento que já passou. Como consequência, nossa autoestima e confiança despencam no mesmo ritmo com que perdemos o respeito dos outros, que passam a não nos levar mais em conta.

Corpo e mente


Se engolir sapos pode ser considerado uma estratégia de proteção precisamos saber que sofreremos consequências deletérias por não defender nossas posições. "A raiva é uma das emoções que as pessoas têm mais dificuldade de manifestar. Muitos enterram a agressividade durante anos e têm pavor do que pode acontecer, caso resolvam desabafar. Acham que qualquer demonstração desse sentimento vai magoar os outros", afirmam Robert Alberti e Michael Emmons no livro "Como se Tornar mais Confiante e Assertivo" (editora Sextante).

Guardar a raiva para si mesmo pode até provocar algumas doenças, como alergias, asma brônquica, dermatites, síndrome do intestino irritável e fibromialgia. No entanto, ainda são poucas as pessoas que percebem essa associação. "Às vezes você sai de uma reunião com uma enorme dor de cabeça, termina um almoço com muita dor de estômago e não percebe que isso está associado ao fato de não ter se posicionado como gostaria. Quando chega em casa, pensa em tudo o que deveria ter falado e não teve coragem naquele momento. E se sente muito mal por isso", diz Denise Gimenez Ramos, psicóloga e professora titular do programa de pós-graduação em Psicologia Clínica da PUC-SP.
sapo
Beije cada sapo que aparecer no caminho e transforme-o em um príncipe
Foto: Reprodução/Vida Simples

Que tal dizer não?


O problema é que quem atura muita coisa calado acaba sendo agressivo em algum momento. Pessoas passivas no trabalho podem ser agressivas em casa, descarregando a raiva nos filhos, na mãe ou no companheiro porque se sentem mais seguras. Mesmo explodindo, acreditam que vão continuar sendo amadas. Quem recebe a agressão deve evitar reagir do mesmo jeito. "Senão vira uma guerra para ver quem humilha mais, quem pode mais. A atitude saudável é apontar para o outro a agressão e não devolver na mesma moeda", diz a psicóloga Denise Ramos.

O responsável é você


Então como deixar para trás o comportamento passivo? Para começar, é preciso autoconhecimento. Também é preciso deixar de sentir culpa. Você não é culpado e sim responsável pelo que acontece em sua vida. Ninguém tem a obrigação de ler seus pensamentos se você não se posiciona. Para ser assertivo é preciso, antes de mais nada, reconhecer que muitos sapos já foram engolidos. Beije cada sapo que aparecer no caminho e transforme-o em um príncipe. Para cada sim dito contra a vontade, diga um não. Para cada desaforo que levar para casa, exponha suas opiniões. Assim, de sapo em sapo, você estará aprendendo a ser assertivo. Não é fácil. Mas certamente é bem menos indigesto.

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Ensinamentos..

"Às vezes, quando encontro com velhos amigos, lembro-me de como o tempo passa depressa. E isso faz com que eu me pergunte se utilizamos nosso tempo bem ou não. A utilização adequada do tempo é de extrema importância. Enquanto tivermos esse corpo e especialmente esse assombroso cérebro humano, creio que cada minuto é algo precioso. Nossa existência diária é repleta de esperança, embora não haja nenhuma garantia quanto ao nosso futuro. Não há nenhuma garantia de que amanhã a esta hora estaremos aqui. Mesmo assim, trabalhamos para isso apenas com base na esperança. Portanto, precisamos fazer o melhor uso possível do nosso tempo. Creio que a melhor utilização do tempo é a seguinte: se for possível, servir aos outros, a outros seres sencientes. Se não for possível, pelo menos procurar não prejudicá-los. Creio que esta é toda a base da minha filosofia."

Dalai Lama Brasil

segunda-feira, 14 de abril de 2014

20 MOTIVOS PELOS QUAIS VIAJAR É PRECISO.


Difícil encontrar alguém que não goste de viajar. Independente da modalidade – desde o que só viajam em alguns feriados por ano, até aqueles que adotaram o lifestyle de viajantes  – viajar é definitivamente algo que nos move e que desperta sentimentos únicos.
Por isso, hoje trouxemos uma lista com 20 motivos pelos quais viajar é preciso:
1. Porque sair é, muitas vezes, a melhor forma de nos encontrarmos – por mais irônico que possa parecer.
2. Porque viajar nos faz mais humildes ao nos tirar da bolha e nos mostrar que o mundo é muito maior – e mais complexo – do que insistimos em imaginar.
3. Porque damos muito mais valor quando perdemos, e viajar nos faz realmente agradecer a comida da mãe, os amigos por perto, e a coxinha da padaria da esquina.
4. Porque quando viajamos tudo é novo e, consequemente, referência. É a melhor forma de se inspirar e desenvolver a criatividade enquanto se diverte.
5. Porque viajar nos tira do tédio – um dos grandes causadores da infelicidade (como falamos aqui)
6. Porque viajar nos torna menos preconceituosos. Passamos a entender – e admirar – culturas que antes apenas julgávamos sem conhecer.
 7. Porque viajar é bem mais seguro do que imaginamos. Muitas vezes fantasiamos coisas terríveis que podem acontecer em viagens, mas raríssimas delas acontecem. Viajar pode ser mais seguro do que permanecer onde você está.
8. Porque viagem é a única coisa que compramos e que nos deixa mais ricos.
9. Porque a emoção de estar num lugar que você sempre viu nos livros (e sonhou em estar) nunca vai poder ser descrita em palavras, fotos ou vídeos. Nenhuma tecnologia vai conseguir recriar essa sensação.
10. Porque existem milhões de pessoas interessantes no mundo, e você nunca vai encontrá-las enquanto não sair do seu bairro.
11. Porque não existe delivery de comida para longas distâncias. Da mesma forma que é difícil enviar uma feijoada verdadeira ou um queijo fresco de minas para alguém de outro país provar, as comidas deliciosas do mundo não chegarão na sua porta para você experimentar. Você vai ter que ir até elas.
12. Porque é uma ótima forma de provar que você pode ir muito mais longe do que imagina.
13. Porque não é muito sábio decidir morar a vida inteira em um lugar só sem ter conhecido o resto do mundo.
14. Porque, a cada viagem, é possível criar um novo eu. Naquele lugar, ninguém te conhece, ninguém sabe sua profissão, nem do seu passado. É possível ser quem você quiser, e se reinventar (e melhorar) a cada dia.
15. Porque viajar é uma ótima forma de desenvolver habilidades que nem você sabia que tinha, porque tem que lidar o tempo todo com improviso. Quando estamos na rotina, muitas ações são programadas, nas viagens nunca há como prever o que vai acontecer.
16. Porque você aprende muito mais sobre história do que jamais aprendeu no colégio.
17. Porque viajar faz com que tenhamos várias experiências novas, o que automaticamente desperta curiosidade e a espontaneidade que geralmente bloqueamos no dia-a-dia.
18. Porque viajar nos reconecta com o fluxo do universo, ao nos fazer sentir vivos, vibrantes, curiosos, interessados, surpresos, gratos, humildes, como deveríamos ser em todos os dias de nossas vidas.
19. Porque viajar junto é a melhor forma de conhecer alguém de verdade.
20. “Porque a vida é um livro e quem não viaja lê apenas a primeira página.” (Augustine of Hippo)
por Nômades Digitais

domingo, 6 de abril de 2014

Comer para reunir!

O hábito de comer em conjunto têm vários significados como aproximar laços, conversar e olhar nos olhos

Reportagem: Alessandro Meiguins e Mariana Lacerda - Edição: Lígia Scalise


Texto: Uma das maiores funções da refeição é consolidar o grupo, reforçar os laços sociais
Foto: Cris Berger
Comer junto é um ato que ocorre desde que o homem é homem. A comida é um anúncio de que o convidado é, antes de mais nada, bem-vindo. Alguns estudiosos vão mais longe e defendem que toda a existência humana pode se resumir em dois grandes prazeres: a comida e o sexo. "Comemos para sobreviver e fazemos sexo para que sobreviva a espécie", diz o sociólogo Henrique Carneiro, da Universidade Federal de Ouro Preto, em Minas Gerais, e autor de Comida e Sociedade, Uma História da Alimentação.
Acontece que a comida e o ato de se alimentar, para os homens, não ficaram restritos à sobrevivência. "O alimento é a liga entre várias necessidades: a fome do corpo, a vontade de ter boa companhia, o ato de compartilhar um prazer, além dos significados festivos e religiosos”, diz Rui Murrieta, biólogo do Laboratório de Estudos Evolutivos Humanos da Universidade de São Paulo.
Comer para compartilhar
Uma das maiores funções da refeição coletiva é consolidar o grupo, reforçar os laços sociais. Convidamos alguém para se sentar em nossa mesa porque a queremos por perto. E isso ocorre o tempo todo: aniversário do sobrinho, Natal, casamento do primo, campeonato de futebol e despedidas. Mas pode ser também um café da manhã corrido com o companheiro, mas que não deixa de ser a dois e de significar o compartilhamento de mais um dia.
Em algumas celebrações, o ingrediente principal é a fartura. Comer e beber em quantidade é sinal de vitória e alimenta a esperança de dias melhores. "Desde os romanos, no mundo ocidental, a celebração é farta e envolve muitas pessoas. Distribui-se a comida para que todos sobrevivam juntos e, por isso mesmo, comer pouco é uma ofensa", diz Rui Murrieta.
Há encontros em que a comida representa, ainda, um ingresso para novos círculos sociais, um elo para que alguém se aproxime. Assim nascem amizades, em atos que misturam oferenda e solidariedade. Mas ninguém se senta à mesa, come e vai embora, sem dar um pio. Conversar faz parte da experiência de repartir a comida, afinal nos alimentamos não só do que comemos, mas também ao saborear os afetos e as relações que sabemos existir entre os convivas.
Para além da comida, há ainda um outro marco maior: o olhar nos olhos, o riso e tudo o que envolve o alimento. Tem também a oferta de quem elabora o jantar, "porque é uma maneira de não ser esquecida", diz a jornalista Patrícia Cornils. Tudo isso é o que une as pessoas, desde tempos de Baco e Dionísio, à volta da mesa.

Para saber mais

Livros 
Comida e Sociedade - Uma História da Alimentação, Henrique Carneiro, Campus
História da Alimentação, direção de Jean-Louis Flandrin e Massimo Montanari, Estação Liberdade
História da Alimentação no Brasil, Luís da Câmara Cascudo, Global
Arqueologias Culinárias da Índia,
Fernanda de Camargo-Moro, Record

sábado, 5 de abril de 2014

ORAÇÃO A MIM MESMO.

Que eu me permita
olhar e escutar e sonhar mais.
Falar menos.
Chorar menos.
Ver nos olhos de quem me vê
a admiração que eles me têm
e não a inveja que penso que têm.
Escutar com meus ouvidos atentos
e minha boca estática,
as palavras que se fazem gestos
e os gestos que se fazem palavras.
Permitir sempre
escutar aquilo que eu não tenho
me permitido escutar.
Saber realizar
os sonhos que nascem em mim
e por mim
e comigo morrem por eu não os saber sonhos.
Então, que eu possa viver
os sonhos possíveis
e os impossíveis;
aqueles que morrem
e ressuscitam
a cada novo fruto,
a cada nova flor,
a cada novo calor,
a cada nova geada,
a cada novo dia.
Que eu possa sonhar o ar,
sonhar o mar,
sonhar o amar,
sonhar o amalgamar.
Que eu me permita o silêncio das formas,
dos movimentos,
do impossível,
da imensidão de toda profundeza.
Que eu possa substituir minhas palavras
pelo toque,
pelo sentir,
pelo compreender,
pelo segredo das coisas mais raras,
pela oração mental
(aquela que a alma cria e
que só ela, alma, ouve
e só ela, alma, responde).
Que eu saiba dimensionar o calor,
experimentar a forma,
vislumbrar as curvas,
desenhar as retas,
e aprender o sabor da exuberância
que se mostra
nas pequenas manifestações
da vida.
Que eu saiba reproduzir na alma a imagem
que entra pelos meus olhos
fazendo-me parte suprema da natureza,
criando-me
e recriando-me a cada instante.
Que eu possa chorar menos de tristeza
e mais de contentamentos.
Que meu choro não seja em vão,
que em vão não sejam
minhas dúvidas.
Que eu saiba perder meus caminhos
mas saiba recuperar meus destinos
com dignidade.
Que eu não tenha medo de nada,
principalmente de mim mesmo:
- Que eu não tenha medo de meus medos!
Que eu adormeça
toda vez que for derramar lágrimas inúteis,
e desperte com o coração cheio de esperanças.
Que eu faça de mim um homem sereno
dentro de minha própria turbulência,
sábio dentro de meus limites
pequenos e inexatos,
humilde diante de minhas grandezas
tolas e ingênuas
(que eu me mostre o quanto são pequenas
minhas grandezas
e o quanto é valiosa
minha pequenez).
Que eu me permita ser mãe,
ser pai,
e, se for preciso,
ser órfão.
Permita-me eu ensinar o pouco que sei
e aprender o muito que não sei,
traduzir o que os mestres ensinaram
e compreender a alegria
com que os simples traduzem suas experiências;
respeitar incondicionalmente
o ser;
o ser por si só,
por mais nada que possa ter além de sua essência,
auxiliar a solidão de quem chegou,
render-me ao motivo de quem partiu
e aceitar a saudade de quem ficou.
Que eu possa amar
e ser amado.
Que eu possa amar mesmo sem ser amado,
fazer gentilezas quando recebo carinhos;
fazer carinhos mesmo quando não recebo
gentilezas.
Que eu jamais fique só,
mesmo quando
eu me queira só.
Amém.
(Oswaldo Antônio Begiato)

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Há tempos...

Há tempos... Deixei de me intimidar pelos meus medos, não fujo das minhas angústias e não me frustro com as minhas escolhas aparentemente equivocadas. Quanto à felicidade, abraço-a com todas as minhas forças, seja em momentos fugidios ou intensos. Descobri que intensidade não mata. Se for para cair, quero mais é despencar, feito quem se arremessa ao encontro do próprio destino.

- Lígia Guerra -

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Os encontros alimentam a vida!

Pode-se dizer que a vida se constitui de uma série de encontros. Se cada um olhar para a sua história irá se lembrar de uma quantidade enorme de situações, as quais possibilitaram conhecer alguém que despertou algum interesse.
Encontros acontecem por acaso, via intermediação ou por contingência. Alguns são inesquecíveis; existem os passageiros, os eternos e aqueles que fazemos questão de não recordar. Para mim, independente da duração ou do significado, cada encontro tem a sua importância.
Considero que um encontro é uma oportunidade única de conhecer outra pessoa, de olhar e ouvir alguém que se deixarmos escapar, esse contato jamais se repetirá. Por isso, encontrar é ter coragem de enfrentar o novo e, às vezes, o desconhecido.
Tem encontro que apaixona. Tem encontro que vira amizade. Tem encontro que dá bom negócio. Tem encontro de alegria. Tem encontro em que nasce uma canção. Tem encontro que inspira poesia. Existem também os desencontros, tão válidos quanto os encontros, desde que vistos pelo que eles nos ensinam.
A gente vive de encontrar. Graças às redes sociais, hoje é relativamente fácil agendar encontros e reencontros. Embora  muitos se satisfaçam apenas com encontros virtuais, são nos espaços do mundo real que os olhos se cruzam, as pessoas ficam expostas, as mãos se apertam, os abraços aquecem, os corações disparam, a espontaneidade desabrocha – ou não; as portas se abrem, as luzem se acendem – ou se apagam, as palavras vibram, o vínculos nascem (ou nem começam); os afetos, de sementes passam a flores e o colorido da vida poderá ganhar outras tonalidades ou, no mínimo, diferentes texturas. Por aqui, fico. Até a próxima.
Leno F. Silva escreve semanalmente para Envolverde. É sócio-diretor da LENOorb – Negócios para um mundo em transformação e conselheiro do Museu Afro Brasil. É diretor do IBD – Instituto Brasileiro da Diversidade, membro-fundador da Abraps – Associação Brasileira dos Profissionais de Sustentabilidade, e da Kultafro – rede de empreendedores, artistas e produtores de cultura negra. Foi diretor executivo de sustentabilidade da ANEFAC – Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade. Editou 60 Impressões da Terça, 2003, Editora Porto Calendário e 93 Impressões da Terça, 2005, Editora Peirópolis, livros de crônicas.

quarta-feira, 26 de março de 2014

Serenidade.

"Serenidade pode ser definida como um estado de alma próximo do ponto de equilíbrio: nem euforia e nem tristeza, nem excitação e nem apatia...
Serenidade é conquista difícil, derivada de grandes avanços subjetivos.
Os mais serenos se desgastam menos e são mais agradáveis no convívio.
Um elemento básico para alcançarmos alguma serenidade consiste em livrarmos das mágoas e ressentimentos que povoam nossa subjetividade.
Nem sempre é fácil reconhecermos os fatos que nos provocam enormes ressentimentos: muitos foram causados por nossos entes mais queridos.
O maior problema é conseguirmos nos livrar das antigas mágoas e ressentimentos: qualquer pequeno avanço nessa rota já trará um grande alívio.
Conseguir esvaziar totalmente nosso "pote de mágoas" talvez seja tarefa impossível.
Porém, penso que é essa a direção que deveríamos seguir".
Flávio Gikovate

sábado, 22 de março de 2014

SOBRE A FELICIDADE.

“A questão da poesia da vida é mais importante do que a da felicidade.”

PUBLICADO EM PEQUENO_PUBLIEDITORIAL POR 
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Quantos de nós já se perguntou o que é a felicidade e como alcançá-la? Há milhares de pensamentos e teorias a respeito. Alguns mais particulares que outros, mas seja nos livros ou na boca dos boêmios - que recitam a busca da felicidade em notas etílicas - a questão é algo que atormenta a mente e o coração humano há séculos.
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O que é a felicidade? Uma busca, uma jornada? O agora, o futuro, o que já foi? Os momentos, as histórias, a capacidade de sonhar? São lembranças? É prosa? É poesia?
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Em entrevista ao Fronteiras do Pensamento, o filósofo francês Edgar Morin nos auxilia nesta reflexão, comentando sobre o quão frágil e complexa é a felicidade. Para ele, esta busca contínua é impossível, pois a felicidade depende de uma multiplicidade de condições. O que devemos fazer é favorecer os elementos que permitam uma vida poética, buscando o que nos faz florescer, o que nos faz amar e nos comunicar.
Confira o vídeo aqui: 
https://www.youtube.com/watch?v=Y21B_vFhLbE 
"O verdadeiro problema não é a felicidade - é a questão que faço a mim, porque a felicidade é algo que depende de uma multiplicidade de condições. Eu diria que que o que causa a felicidade é frágil. Por exemplo, se uma pessoa que amamos morre ou vai embora, cai-se da felicidade à infelicidade. Em outras palavras, não se pode sonhar com uma felicidade contínua para a humanidade."
Morin possui currículo e diplomas em incontáveis áreas. Sociólogo, antropólogo, historiador e filósofo, ele é doutor honoris causa em 17 universidades, sendo um dos últimos grandes intelectuais da época de ouro do pensamento francês do século XX. Autor de mais de 60 livros sobre temas que vão do cinema à filosofia, da política à psicologia, e da etnologia à educação, ficou mundialmente conhecido por sua defesa do pensamento complexo.


sexta-feira, 21 de março de 2014

10 COISAS QUE AS PESSOAS ALTAMENTE INTUITIVAS FAZEM.

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A intuição é um desafio para definir, apesar do enorme papel que desempenha na nossa vida quotidiana. Steve Jobs chamou, por exemplo, “mais poderoso do que o intelecto.” Mas, vamos colocá-la em palavras, todos nós, bem, intuitivamente sabemos exatamente o que é.
Quase todo mundo já experimentou um sentimento de intuição – que o raciocínio inconsciente nos impulsiona a fazer algo sem nos dizer porque ou como. Mas a natureza da intuição há muito tempo nos iludiu, e inspirou séculos de pesquisa e investigação nas áreas de filosofia e psicologia.
“Eu defino a intuição como o saber subtil, sem que tenhas a ideia de porque é que sabes,” Sophy Burnham, autor best-seller  ”A Arte da Intuição”, conta. “É diferente de pensar, é diferente da lógica ou análise … É um saber sem saber.”
Nossa intuição está sempre lá, se estamos conscientes disso ou não.
Aqui estão 10 coisas que as pessoas em contacto com sua intuição fazer de forma diferente.
1-      Eles ouvem aquela voz interior.
“É muito fácil demitir intuição “, diz Burnham . “Mas é um grande presente que precisa ser notado. “
O facto número 1 que distingue as pessoas intuitivas é que elas ouvem , em vez de ignorar, a orientação de suas intuições e sensações internas.
“Todo o mundo está ligado a sua intuição , mas algumas pessoas não prestam atenção a ele como intuição”, diz Burnham . “Eu ainda não encontrei um homem de negócios bem sucedido que não disse, ‘ Eu não sei por que fiz isso , foi apenas um palpite .”
A fim de tornar os nossos melhores decisões , precisamos de um equilíbrio da intuição – que serve para fazer a ponte entre o instinto e a razão – e o pensamento racional , de acordo com Francis Cholle , autor de “A Bússola intuitiva” . Mas a inclinação cultural contra seguir a própria intuição ou instinto muitas vezes leva a desconsiderar os nossos palpites – para o nosso próprio detrimento.
” Nós não temos de rejeitar a lógica científica , a fim de beneficiar do instinto “, diz Cholle . “Nós podemos honrar e invocar todas estas ferramentas , e podemos buscar o equilíbrio . E , buscando esse equilíbrio que vai finalmente trazer todos os recursos do nosso cérebro em acção. “
2-      Tem o seu tempo para a solidão.
Se você quiser entrar em contacto com sua intuição, um pouco de tempo sozinho pode ser a maneira mais eficaz. Assim como a solidão pode ajudar a dar origem ao pensamento criativo, ele também pode nos ajudar a conectar-se a nossa mais profunda sabedoria interior.
As pessoas muitas vezes são intuitivos introvertidos, de acordo com Burnham. Mas se você é um introvertido ou não, a tomada de tempo para a solidão pode ajudá-lo a se envolver em pensamento mais profundo e se voltara ligar com você mesmo.
“Você tem que ser capaz de ter um pouco de solidão, um pouco de silêncio”, diz ela. “No meio da loucura … você não é capaz de reconhecer [intuição] acima de todo o ruído da vida quotidiana.”
3-      Eles criam.
“A criatividade faz o seu melhor trabalho quando funciona de forma intuitiva “, escreve o pesquisador e autor Carla Woolf .
Na verdade, as pessoas criativas são altamente intuitiva , explica Burnham , e assim como você pode aumentar a sua criatividade através da prática, você pode aumentar a sua intuição. Na verdade, a prática pode-se construir o outro.
4-      Eles praticam atenção plena. (Mindfulness)
Meditação e outras práticas mindfulness pode ser uma excelente maneira de tocar na sua intuição. Mindfulness pode ajudar a filtrar a vibração mental , pesar as suas opções objectivamente , entrar em sintonia com a sua intuição e, finalmente, tomar uma decisão que você pode seguro completamente . “
Mindfulness também pode conectá-lo a sua intuição , aumentando a auto- conhecimento. Um estudo publicado em 2013 mostrou que a atenção plena – definido como “prestar atenção à própria experiência actual de uma forma não-julgamento ” – pode ajudar -nos a compreender melhor as nossas próprias personalidades.
5-      Eles observam tudo.
“A primeira coisa a fazer é notar – manter um diário, e perceber quando coisas estranhas acontecem”, diz Burnham. Você vai ganhar um sentido apurado para a frequência com coincidências, conexões surpreendentes e intuições “à la carte” que ocorrem na sua vida diária – em outras palavras, você vai começar a tocar em sua intuição.
6-      Eles ouvem os seus corpos.
Se você já começou a sentir dor de barriga quando você sabia que algo estava errado, mas não conseguia colocar o dedo sobre o que, você entende que intuições pode causar uma sensação física no corpo. Nossos instintos são chamados instintos por uma razão – a pesquisa sugere que a emoção e a intuição são muito enraizadas no “segundo cérebro” dessa sensação.
7-      Eles ligam-se profundamente com outros.
A leitura da mente pode parecer coisa de fantasia e pseudo-ciência, mas na verdade é algo que fazemos todos os dias. É chamado de precisão empática, um termo na psicologia que se refere à “capacidade aparentemente mágica para mapear o terreno mental de alguém de suas palavras, emoções e linguagem corporal”, segundo a revista “Psychology Today.”
“Quando você vê uma aranha subindo a perna de alguém, você sente uma sensação assustadora”, Marcia Reynolds escreve no Psychology Today. ” Da mesma forma, quando você observa alguém chegar a um amigo e eles são empurrados para longe, seu cérebro regista a sensação de rejeição. Quando você assistir a sua equipa ganhar ou um par abraçar na televisão, você sente as suas emoções como se estivesse lá. Emoções como culpa, vergonha, orgulho, vergonha, nojo e desejo tudo pode ser experimentado por ver os outros “.
Sintonizar as suas próprias emoções, e passar o tempo, tanto observar e ouvir os outros cara-a-cara pode ajudar a aumentar o seu poder de empatia, diz Reynolds.
8-      Eles prestam atenção aos seus sonhos.
Burnham recomenda prestar atenção aos seus sonhos como uma forma de entrar em contacto com processos de pensamento inconscientes da sua mente. Tantos os sonhos como a intuição saltam do inconsciente, para que possa começar a explorar esta parte de sua mente, prestando atenção a seus sonhos.
“À noite, quando você está sonhando, você está recebendo informações da parte inconsciente ou intuitiva do seu cérebro”, diz Burnham. “Se você está em sintonia com seus sonhos, você pode obter uma série de informações sobre como viver a sua vida.”
9-      Eles desfrutam muito do tempo livre.
Poucas coisas sufocam a intuição tão facilmente como ocupação constante, conectividade com dispositivos digitais e stress e oburnout. Sempre temos um sentido intuitivo sobre as pessoas em nossas vidas – e num nível profundo, sabemos que os bons dos “bajuladores e dissimulados” – mas nem sempre estamos acordados o suficiente com a nossa intuição para reconhecer a diferença para nós mesmos. O problema é que nós estamos simplesmente muito ocupados.
10-   Eles libertam-se das emoções negativas.
Emoções fortes – especialmente as negativas – pode ofuscar a nossa intuição. Muitos de nós sabemos que nos sentimos fora das sortes ou “não a nós mesmos” quando está chateado, e isso pode ser porque estamos desligados da nossa intuição.
“Quando você está muito deprimido, você pode encontrar a sua intuição a falhar”, diz Burnham. ” Quando você está com raiva ou em um estado emocional elevado … sua intuição [pode] falhar completamente.”
A evidência não é apenas anedótico: Um estudo de 2013 publicado na revista “Psychological Science” mostrou que estar em um estado de espírito positivo impulsionou a capacidade de fazer julgamentos intuitivos em um jogo de palavras.
Isso não quer dizer que as pessoas intuitivas nunca ficam chateadas – mas sua intuição se sairá melhor se você é capaz de aceitar conscientemente e deixar ir de emoções negativas na maioria das vezes, em vez de suprimir ou deter sobre eles.
Fonte: Sophy Burnham

segunda-feira, 17 de março de 2014

5 MENTIRAS QUE DEVEMOS PARAR DE CONTAR PARA NÓS MESMOS.

Logo que eu comecei a trabalhar em agência de propaganda eu via um certo glamour em estar sempre ocupada, abraçar mais de dez projetos ao mesmo tempo, passar horas em reuniões intermináveis e trabalhar até de madrugada. O que o tempo me mostrou é que, na verdade, eu tinha a necessidade de me sentir importante e competente e todas essas atividades me faziam sentir dessa forma. Quando você identifica a sua necessidade primária, fica mais fácil entender o você precisa mudar em vez de simplesmente aceitar que é assim que deve ser.
Quando eu percebi que para me sentir importante e competente eu só precisava fazer meu trabalho muito bem feito, eu passei a controlar o tempo das reuniões, a dizer não para projetos que não faziam sentido ou que eu não conseguiria fazer com a mesma qualidade por estar cuidado de outras coisas e, raramente, ficava até depois das oito e meia trabalhando.
Mas, não é fácil reconhecer ou admitir qual é o problema e qual é a verdadeira necessidade por trás de alguns dos nossos comportamentos. Por isso, é inevitável começarmos a encontrar desculpas para justificar o motivo pelo qual a nossa vida é do jeito que é.
Um filme que eu amo e relata isso muito bem é “O Diabo Veste Prada”. A frase preferida da personagem principal, a Andy, é: “Eu não tive escolha.”, sempre que tenta explicar para todo mundo o por quê dela aceitar os absurdos vindo da chefe.
A grande verdade é que sim, sempre temos escolha. O que acontece é que nem sempre estamos dispostos a lidar com as consequências e por isso criamos mecanismos de defesa para nos auto-proteger. Aqui vão algumas das mentiras que eu costumava contar a mim mesma até que decidi mudar:

1. Se eu tivesse mais tempo eu faria “isso”.

Como “isso” entenda qualquer coisa que você não faça por falta de tempo. Pode ser um curso de línguas, exercícios físicos, sair mais com os amigos, ler um livro, fazer caridade, não importa. Falta de tempo (e o trânsito) virou a desculpa universal para justificar o fato de que não somos disciplinados quando o assunto é gerenciar as 24 horas do nosso dia. Uma coisa que eu aprendi é que quando você REALMENTE quer fazer uma coisa, você arruma tempo, por mais ocupado que você seja.
A questão aqui é que, ou você quer muito uma coisa, ou você não quer tanto assim e o tempo não pode ser a desculpa por você não fazer.
Eu sempre quis ter um corpo sarado (#quemnunca). Toda vez que aparecia uma nova musa-com-o-corpo-mais-perfeito eu ficava me sentindo mal e pensando que eu devia me dedicar mais na academia. Mas sabe qual é a verdade? Eu gosto da ideia de ter um corpo sarado, mas eu nunca quis acordar as seis da manhã e ir à academia sete dias por semana, nem tomar shakes de Whey no café da manhã, nem comer batata doce no almoço ou claras de ovos no jantar. E esse era o meu problema, mas eu sempre tentei me convencer de que eu não era sarada porque eu não tinha tempo.
Aí você pode me dizer, “Mas Fê, eu juro que eu não tenho tempo para nada, minha vida é trabalhar.”
Eu acredito em você, mesmo! Só que ser ocupadíssimo também é uma escolha. Nós investimos nosso tempo naquilo que é importante para nós, por isso, se você está trabalhando  oitenta horas por semana, é porque tem alguma coisa que você queira mais do que tudo e que vai ser resultado desse tempo investido no trabalho. E assim, você está deixando de fazer outras coisas que no fundo não devem ser tão importantes assim.

2. Se eu tivesse mais dinheiro eu poderia fazer “isso”.

O dinheiro sempre foi a maior desculpa para tudo na minha vida. “Não faço exercícios porque não tenho dinheiro para academia. Não falo inglês porque não tenho dinheiro para pagar um professor particular. Não mudo da casa dos meus pais porque não tenho dinheiro para pagar aluguel”. Um monte de bobagem. É claro que muita gente realmente tem um orçamento apertado. Acredite, eu já fui essa pessoa um dia. Quando pagava a minha faculdade, eu almoçava marmita para poder vender o vale refeição e muitas vezes só o que tinha na minha carteira por semanas era o vale transporte.
E justamente por ter alguma experiência sobre o que era ter uma conta eternamente negativa que eu te digo que dinheiro não é desculpa para não fazermos as coisas.
Usamos a falta de dinheiro para nos convencer de que nossa vida não é incrível porque vivemos numa sociedade injusta e desigual onde os ricos podem tudo e os pobres não podem nada. Mas eu vou te dizer uma coisa, quer fazer exercícios? Todos os parques são gratuitos. Quer estudar uma língua? Hoje é possível fazer isso de graça na internet através de sites como o Duolingo. Quer viajar? Existem sites como o Couchsurfing em que as pessoas deixam você dormir na casa delas sem ter de pagar nada por isso.
É claro que estes são alguns pequenos exemplos, mas são coisas das quais eu mais ouço as pessoas reclamando de que não podem fazer sem dinheiro. Além disso, quando prestamos mais atenção em como gastamos nosso dinheiro, fica mais fácil de fazer com que ele não desapareça.

3. Se “isso” acontecesse, minha vida seria perfeita.

Aqui o “isso” pode ser comprar uma casa, arrumar um namorado, ter um filho, ser promovido no emprego. O nosso grande problema é que o “isso”, nesse caso, nunca será suficiente. É a lei da vida. O ser humano nunca está totalmente satisfeito com o que ele tem e está sempre querendo algo mais para ser feliz. Parece que é essa coisinha que falta que nos impede de ter uma vida completa.
O problema é que, quando estamos sempre olhando para o que está por vir, deixamos de aproveitar e agradecer pelo que temos hoje. Mas eu não vou te dar o conselho óbvio da auto-ajuda que é viva o presente e agradeça pelo que você tem hoje. Minha dica é: use essa necessidade que é inerente ao ser humano de sempre querer o que não tem como motivação, e não como a razão pela qual você não é feliz. Aprecie o desafio de correr atrás desse objetivo e deixe que isso te faça feliz e não que a falta “disso” te faça infeliz.

4. Eu mudaria “isso” na minha vida, se não fosse “aquilo”.

Até pouco tempo atrás eu ainda morava com a minha mãe. Como ela morava na Zona Leste e eu trabalhava na Zona Sul, você que conhece São Paulo pode imaginar o inferno que era a minha vida no transito todos os dias. Depois que o meu pai morreu, eu passei a ajudar financeiramente em casa e conforme fui ficando mais velha, todas as vezes que alguém me perguntava porque raios eu ainda morava na Zona Leste minha primeira resposta era: “Eu adoraria mudar, mas eu ajudo a minha mãe e ela precisa de mim”. Na minha cabeça isso não era uma desculpa, era a verdade.
Quando eu finalmente decidi mudar e ir morar com o meu namorado, eu percebi que eu estava usando o fato de que eu ajudava a minha mãe financeiramente para mascarar o real motivo pelo qual eu nunca me mudei. No fundo, eu não sou uma pessoa que gosta de ficar sozinha. Eu gosto de chegar em casa e ter com quem conversar. Ao mesmo tempo, depois de uma certa idade não fazia tanto sentido para mim dividir apartamento com amigas. Além disso, se eu tivesse de pagar aluguel ou um financiamento imobiliário eu não teria feito nem metade das viagens que eu fiz e que só consegui pelo fato de morar com a minha mãe. Não podemos deixar que filhos, gato, cachorro, dívidas, emprego, mãe ou pai doente sejam desculpas para aliviar o fato de que não temos coragem para tomar algumas atitudes e lidar com as consequências que elas trarão para as nossas vidas.

5. Eu não vivo sem “isso”.

Na maioria dos casos, sim, você vive.
Parece uma bobagem, mas quando decidi que ia passar um tempo viajando algumas coisas ridículas começaram a me preocupar. Por exemplo, eu tenho alergia a lâmina de barbear, por isso sempre tive de fazer depilação. Como eu iria viver sem fazer depilação? Pois é, estou viva e não estou nem peluda, nem perebenta.
Se tem uma coisa que eu aprendi nesse pequeno período em que eu estou viajando é que para tudo existe um jeito e que nós somos completamente adaptáveis. Não existe nada que você não vá se acostumar a viver sem, desde coisas até pessoas. Certamente podemos passar por um período de nostalgia ou saudade, mas depois de um tempo a vida se ajeita e de alguma forma compensa aquela falta.
O que nos faz ter a sensação de que “isso” é tão importante para a nossa vida ao ponto de não conseguirmos viver sem é que, muitas vezes, colocamos em coisas ou pessoas a responsabilidade da nossa felicidade.
A grande verdade é que nossa vida é feita de uma enorme lista de boas intenções que resultam algumas vezes em tentativas e muitas vezes erros. A boa notícia é que se você acordar amanhã, existe uma nova chance de tentar mais uma vez.
por Nômades Digitais