Galera

Galera
A maior parte dos seres humanos, por preguiça e comodidade, segue o exemplo da maioria. Pertencer à minoria é tornar-se vulnerável, expor-se à critica. Tomar consciência da normose e de suas causa constitui a verdadeira terapia contemporânea. Trata-se, também, do encontro com a liberdade. Seguir cegamente as normas é tornar-se escravo. Roberto Crema

Esse é nosso lema!!

Esse é nosso lema!!
ESSE É NOSSO LEMA!!!! "A amizade é uma alma que habita vários corpos. Um coração que habita várias almas" Aristóteles

BOAS VINDAS!

Querer mudar o mundo é um desejo saudável e totalmente necessário. " Para ser feliz, o ser humano precisa somente de duas coisas: cultivar sementes de paz em seu coração e ter bons amigos. " - Buddha

Espaço da Galera!!!!!!!!!!!!!!!!!!

As coisas mais simples são os melhores presentes.

Leveza pra conduzir a vida; Beleza, que vai muito além da estética;

Determinação, porque sem ela nada acontece, nada;

Harmonia, paz e alegria sempre.

Silvana Mara dias Souza

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Sábias Palavras!



‎"Se todos os dias nos analisarmos com cuidado e atenção, verificando nossos pensamentos, nosssas motivações e suas manifestações no comportamento externo, abriremos em nosso íntimo uma boa possibilidade de fazer mudanças e efetuar um aprimoramento pessoal. Embora eu próprio não possa afirmar com toda a confiança que tenha feito algum progresso notável no decorrer dos anos, meu desejo e minha determinação de mudar e melhorar são sempre firmes.
Desde o momento em que acordo até a hora de dormir e em todas as situações da minha vida, sempre tento analisar minhas motivações e ser meticuloso e atento a cada momento. Pessoalmente, acho que isto é de grande utilidade para minha vida."
Dalai Lama

quarta-feira, 30 de maio de 2012

A Esperança

‎"A esperança me chama,
e eu salto a bordo
como se fosse a primeira viagem.
Se não conheço os mapas,
escolho o imprevisto:
qualquer sinal é um bom presságio.

Seja como for, eu vou,
pois quase sempre acredito:
ando de olhos fechados
feito criança brincando de cega.
Mais de uma vez saio ferida
ou quase afogada,
mas não desisto.

A dor eventual é o preço da vida:
passagem, seguro e pedágio."

Lya Luft

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Niver da Gleydynha 22.05.2012




quinta-feira, 24 de maio de 2012

Novo milênio, novo olhar - Roberto Crema




Mudar o mundo,
é mudar o olhar.
Do olhar que estreita e subtrai,
para o olhar que amplia e engrandece.
Do olhar que julga e condena,
para o olhar que compreende e perdoa.
Do olhar que teme e se esquiva,
para o olhar que confia e atreve.
Do olhar que separa e exclui,
para o olhar que acolhe e religa.

Todos os olhares
num só Olhar.
O olhar da inocência
e o olhar da vigilância.
O olhar da justiça
e o olhar de misericórdia.

Todos os olhares
num só Olhar.
Olhar de criança que brinca,
na Primavera,
Olhar do adulto que labora,
no verão,
Olhar maduro que oferta,
no Outono,
Olhar de prece e de silêncio,
no Inverno.
O olhar de quem nasce,
o olhar de quem passa,
o olhar de quem parte.
Olhares da existência no Olhar de Essência. 
Todos os olhares
num só Olhar.
Dançar de roda na órbita do olhar,
dançar de guerreiro em volta da fogueira do olhar,
dançar de Ser no olhar do Amor.
Dançar e brincar de olhar.

Olhar o porvir,
do instante que nasce,
no coração palpitante
da transmutação.

Viva o novo olhar!
Olhe a vida de novo!
Novo olhar, novo viver!

Mudar o mundo
É mudar o olhar.
É alto olhar,
Altar do olhar.
É ousar viver,
É viver no ousar.
É amar viver,
É viver para amar.
Só então partir,
Para o Grande Olhar.

Todos os olhares
num só Olhar.
Num mesmo Olhar.
Supremo Olhar.
Olhar.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Frase do dia


“Que possamos amarrar as carroças de nossas existências às estrelas mais altas de nossos encantamentos, de nossos arrepios, de nossos deslumbramentos.”
Roberto Crema

terça-feira, 22 de maio de 2012

VOCÊ É O POEMA (Reflexão)




Ouça a sabedoria do seu corpo que se manifesta por sinais de conforto e desconforto.
 Ao escolher um determinado comportamento, pergunte ao seu corpo para se sentir sobre ele. Se o seu corpo envia um sinal de violência física ou emocional, seja cuidadoso. Se o seu corpo envia um sinal de conforto e entusiasmo, prosseguir.

Viva no presente, que é o único tempo que você tem.
 Mantenha sua atenção no que existe aqui e agora busca a plenitude de cada momento.

Aceite o que chega até você total e completamente, para que possam apreciar e aprender com ele, em seguida, deixá-lo ir.
 Isto é como deveria ser.

Reflete leis infinitas da natureza que trouxeram-lhe este pensamento exato, essa reação física precisa.

Este momento é como é porque o universo é como é.
 Não lutar contra o sistema de infinito de coisas, pelo contrário, ser um com ele.

Tire um tempo para ficar em silêncio, para meditar, para acalmar o diálogo interno.
 Em momentos de silêncio, perceber que você está Reconectando com a sua fonte de pura consciência.

Preste atenção à sua vida interior, de modo que você pode ser guiado por sua intuição, em vez de interpretações impostas externamente do que é adequado ou não para você.

Renuncie a sua necessidade de aprovação externa.
 Só Tu és o juiz de seu valor.

Seu objetivo é descobrir um valor infinito em si mesmo, sem levar em conta que os outros pensam.
 Compreender isso é feito uma grande liberdade.

Quando você encontrar-se reagir com raiva ou oposição a qualquer pessoa ou circunstância, lembre-se você só está lutando consigo mesmo.
 Resistência é a resposta de defesas criadas por velhas mágoas. Quando você abandonar essa raiva, você vai ser curado e cooperando com o fluxo do universo.

Lembre-se que o mundo lá fora reflete a sua realidade aqui.
 Pessoas a quem a sua reação é mais forte, se o amor eo ódio, são projeções do seu mundo interior.

O que você odeia é o que mais nega em si mesmo.
 O que eu mais gosto é o que você quer mais em você. Use o espelho dos relacionamentos para orientar a sua evolução.

O objetivo é total auto-conhecimento.
 Quando o fizer, o que você mais deseja estará automaticamente lá, o que você menos gosta desaparecerá.

Derramado a carga de ensaios.
 Julgamento impõe o certo eo errado em situações que só são. Tudo pode ser compreendido e perdoado, mas quando você julga, você cortou o entendimento e encerrar o processo de aprender a amar. Ao julgar os outros, você reflete sua falta de auto-aceitação. Lembre-se que cada pessoa que você perdoar acrescenta ao seu amor por si mesmo.

Não contamine seu corpo com toxinas, seja comida, bebida, ou emoções tóxicas.
 Seu corpo não é apenas um sistema de suporte de vida. É o veículo que leva você na jornada de sua evolução.

A saúde de cada célula contribui diretamente para o seu estado de bem-estar, porque cada célula é um ponto de consciência dentro do campo da consciência que é você.

Substitui o comportamento motiva medo por uma conduta que é motivado pelo amor.
 O medo é um produto da memória, que habita no passado. Lembrando que antes de nos machucar, dedicamos nossas energias para garantir que a antiga mágoa não se repetirá. Mas tentar impor o passado ao presente nunca vai acabar com a ameaça do sofrimento. Isso só acontece quando você encontra a segurança do seu próprio ser, que é o amor. Motivado pela verdade dentro, elas podem enfrentar qualquer ameaça porque sua força interior é invulnerável ao medo.

Entenda que o mundo físico é apenas o espelho de uma inteligência mais profunda.
 Inteligência é o organizador invisível de toda a matéria e toda a energia. Como parte dessa inteligência reside em você, você participa do poder organizador do cosmos.

Porque você está inseparavelmente ligado a tudo, você não pode dar ao luxo de poluir o ar e da água no planeta.
 Mas em um nível mais profundo, você não pode dar ao luxo de viver com uma mente tóxico, porque cada pensamento deixa uma impressão em todo o campo da inteligência. Viver em equilíbrio e pureza é o bem maior para você e para a Terra.

Deepak Chopra

segunda-feira, 21 de maio de 2012

quinta-feira, 17 de maio de 2012


Gosto daquilo que me desafia. O fácil nunca me interessou, já o obviamente impossível sempre me atraiu  e muito. Clarice Lispector

Hoje é Quinta Feliz!!!!!!!!!!!!


Certos Amigos - Expresso Rural




Quando esse trem 
De alegria vara
A vida da gente
Sempre que a estação
Mais perto é o nosso coração
Dificil é saber na hora
O que a gente sente
Se certos amigos não mostram
Que o mundo ainda
É bom... pra saber
Que tenho você 
Do meu lado
Me sinto mais forte
Quero beijar o teu rosto
E pegar tua mão
Se cada estrela do céu
É um amigo na terra
A força do acaso
Do encontro
É uma constelação lumiar

De que planeta você é
Eu faço o que você quiser
Em troca do teu amor
Posso te dar o que eu sou
Amigo é o cobertor
Bordado de estrelas, estrelas

Constelação nave louca
A vida é pouca
E o que vale é se querer
Mais e mais que mais 

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Pra começar bem a semana!



PERDONARSE A UNO MISMO (Reflexión)

Me gusta la sensación de libertad que siento cuando me quito la pesada capa de críticas, miedo, culpa, resentimiento y vergüenza.
Entonces puedo perdonarme a mi y perdonar a los demás.
Eso nos deja libres a todos....

Renuncio a darle vueltas y más vueltas a los viejos problemas.
Me niego a seguir viviendo en el pasado.
Me perdono por haber llevado esa carga durante tanto tiempo, por no haber sabido amarme a mí ni amar a los demás.
Cada persona es responsable de su comportamiento, y lo que da, la vida se lo devuelve.

Así pues, no necesito castigar a nadie, todos estamos
sometidos a las leyes de nuestra propia conciencia, yo también.
Continúo con mi trabajo de limpiar las partes negativas de mi mente y dar entrada al amor.
Entonces me curo.

No hace falta saber cómo perdonar. Basta estar dispuesto a hacerlo, del cómo ya se ocupará el universo.

LOUISE L. HAY

terça-feira, 8 de maio de 2012

Quero manter o meu Direito de Delirar!


O Direito ao Delírio - Eduardo Galeano

"Mesmo que não possamos adivinhar o tempo que virá, temos ao menos o direito de imaginar o que queremos que seja.
As Nações Unidas tem proclamado extensas listas de Direitos Humanos, mas a imensa maioria da humanidade não tem mais que os direitos de: ver, ouvir, calar.
Que tal começarmos a exercer o jamais proclamado direito de sonhar?
Que tal se delirarmos por um momentinho?
Ao fim do milênio vamos fixar os olhos mais para lá da infâmia para adivinhar outro mundo possível.
O ar vai estar limpo de todo veneno que não venha dos medos humanos e das paixões humanas.
As pessoas não serão dirigidas pelo automóvel, nem serão programadas pelo computador, nem serão compradas pelo supermercado, nem serão assistidas pela televisão.
A televisão deixará de ser o membro mais importante da família.
As pessoas trabalharão para viver em lugar de viver para trabalhar.
Se incorporará aos Códigos Penais o delito de estupidez que cometem os que vivem por ter ou ganhar ao invés de viver por viver somente, como canta o pássaro sem saber que canta e como brinca a criança sem saber que brinca.
Em nenhum país serão presos os rapazes que se neguem a cumprir serviço militar, mas sim os que queiram cumprir.
Os economistas não chamarão de nível de vida o nível de consumo, nem chamarão qualidade de vida à quantidade de coisas.
Os cozinheiros não pensarão que as lagostas gostam de ser fervidas vivas.
Os historiadores não acreditarão que os países adoram ser invadidos.
O mundo já não estará em guerra contra os pobres, mas sim contra a pobreza.
E a indústria militar não terá outro remédio senão declarar-se quebrada.
A comida não será uma mercadoria nem a comunicação um negócio, porque a comida e a comunicação são direitos humanos.
Ninguém morrerá de fome, porque ninguém morrerá de indigestão.
As crianças de rua não serão tratadas como se fossem lixo, porque não haverá crianças de rua.
As crianças ricas não serão tratadas como se fossem dinheiro, porque não haverá crianças ricas.
A educação não será um privilégio de quem possa pagá-la e a polícia não será a maldição de quem não possa comprá-la.
A justiça e a liberdade, irmãs siamesas, condenadas a viver separadas, voltarão a juntar-se, voltarão a juntar-se bem de perto, costas com costas.
Na Argentina, as loucas da Praça de Maio serão um exemplo de saúde mental, porque elas se negaram a esquecer nos tempos de amnésia obrigatória.
A perfeição seguirá sendo o privilégio tedioso dos deuses, mas neste mundo, neste mundo avacalhado e maldito, cada noite será vivida como se fosse a última e cada dia como se fosse o primeiro."

quarta-feira, 28 de março de 2012

Mais um motivo pra termos Quintas Felizes!!!!!!!!!!!


Canibalismo emocional
O que acontece quando nos fechamos num mundo a dois
IVAN MARTINS É editor-executivo de ÉPOCA (Foto: ÉPOCA)

Às vezes eu sinto que vivemos numa bolha.
Não é o mundo-quitinete da classe média paulistana (ou carioca, ou brasiliense, ou recifense...), em que as pessoas se esbarram o tempo todo na porta do cinema e do restaurante. Tampouco é o mundo virtual da internet, no qual passamos horas mergulhados, entre caras conhecidas, no Facebook, no Twitter, no Instagran...
Não, a bolha a que eu me refiro é um espaço ainda menor, no qual só cabem dois corpos que decidem, em comum acordo, dividir juntos o espaço e o tempo. Falo de relacionamento, namoro, casamento. Falo da vida de casal.
Vocês já repararam como esse negócio tem uma tendência espetacular a nos confinar? Em torno de duas pessoas felizes vai se criando uma película invisível que as separa do mundo e, paradoxalmente, tende a asfixiar a felicidade.
No início, ficam de fora desse habitat restrito os amigos mais íntimos, justamente aqueles que costumavam estar mais próximos na vida do solteiro ou da solteira. Depois, vão sendo afastados, sem que a gente perceba, os amigos e colegas do segundo círculo de relações, aqueles com quem a gente costumava sair para tomar cerveja, viajar e ter conversas de valor inestimável sobre o trabalho e a vida. Por fim, e simultaneamente a isso tudo, a gente se afasta também da família, que vai sendo sutilmente negligenciada em nome dos planos e da preguiça do casal.
Ao final desse processo, um belo dia, a gente percebe que ficou sozinho numa bolha com a pessoa de quem gosta – e que entre nós e o resto do mundo existe agora uma grossa camada de indiferença.
Dentro dessa bolha, claro, ocorrem coisas maravilhosas. A intimidade física e psicológica do casal floresce, o autoconhecimento de cada uma das partes se amplia enormemente e cresce, no interior da vida a dois, uma deliciosa sensação de afeto, amparo e segurança. Dentro da bolha jamais estamos sós. Falamos com o outro o tempo inteiro ao telefone. Trocamos emails ao longo dia. E, se acordamos assustados no meio da noite, a outra metade está lá, respirando firme e tranquila ao nosso lado.
De muitas maneiras, essa é a situação com que sempre sonhamos. Quando fantasiamos romanticamente sobre uma relação, ela acontece em cenário fechado – somos nós, nosso amor, nossos planos e nossas realizações, com uma vida social que permita partilhar, de vez em quando, a nossa radiante felicidade privada. Assim são os casais nos filmes, assim acontece nos romances baratos. Assim pode ser a nossa vida, se quisermos.
A questão é, deveríamos desejar apenas isso?
Eu suspeito que não. Uma parte de mim, que já passou por isso, percebe uma armadilha na bolha da felicidade. Ela cria um ambiente que não se renova. Ela fomenta o canibalismo emocional – eu me alimento de você e você de mim – e encurta as nossas dimensões existenciais. Ao mesmo tempo em que crescemos para dentro da relação, corremos o risco de encolher para o resto do mundo – e reduzir, drasticamente, o alcance potencial da nossa vida. A felicidade hermética dos casais é autocomplacente e, lá na frente, pode ser frustrante. Bem frustrante.
 Minha sensação é que casais não são auto-sustentáveis, no sentido ecológico da palavra.
Os casais precisam de energia de fora para se renovar. Precisam da presença constante e questionadora dos amigos. Precisam das raízes e do compromisso da família. Precisam de uma vida social que inclua desafios e não apenas entretenimento. Os casais precisam encontrar, fora da bolha, motivos reais para sonhar e existir. E precisam, desesperadamente, da individualidade vigorosa de suas partes, que não se desenvolve sem o contato com o mundo.
Quando eu era garoto, as utopias estavam na moda. Imaginava-se, imaginávamos, que o mundo mudaria rapidamente, e de uma forma radical. Casais seriam parte essencial da grande e harmoniosa cumplicidade humana. Não se admitia que as pessoas pudessem se isolar egoisticamente dentro do seu amor. Era preciso participar do mundo. Transformá-lo.
Frequentemente, eu tenho a sensação de que esse impulso generoso nos faz falta. Na ausência dele, depositamos uma parcela exagerada das nossas expectativas no projeto privado das relações afetivas. Quando estamos sozinhos, somos tomados pela urgência de achar alguém e construir um universo de casal. Quando achamos pessoa certa, nos pomos a trabalhar, laboriosamente, às vezes de olhos fechados, na tarefa de nos fechar ao mundo junto dela. Temos medo.
Mas, viver assim, eu suspeito, não é boa ideia. No interior da bolha, mesmo das mais felizes, acaba faltando ar. Dentro dela, somos tentados a nos curvar sob as dimensões cada vez menores do mundo que criamos. Assim, quando a bolha explode - como é da natureza das bolhas explodir -, expõe ao mundo duas pessoas surpresas e desamparadas, que se sentem infinitamente sozinhas. E de mãos vazias.
Eu sugiro, portanto, que os casais não façam bolhas duradouras. Ou, pelo menos, que abram na parede delas portas e janelas por onde possam circular pessoas e ideias - passagens por onde a vida exterior possa entrar não apenas como mera decoração da felicidade, mas como ar, como água, como coisa vital e renovadora que a vida é.  
(Ivan Martins escreve às quartas-feiras)

segunda-feira, 26 de março de 2012

Espírito de Quinta Feliz!


"Aqui estão os loucos. Os desajustados. Os rebeldes. Os criadores de caso. Os pinos redondos nos buracos quadrados. Aqueles que veem as coisas de forma diferente. Eles não curtem regras. E não respeitam o status quo. Você pode citá-los, discordar deles, glorificá-los ou caluniá-los. Mas a única coisa que você não pode fazer é ignorá-los. Porque eles mudam as coisas. Empurram a raça humana para a frente. E, enquanto alguns os veem como loucos, nós os vemos como geniais. Porque as pessoas loucas o bastante para acreditar que podem mudar o mundo, são as que o mudam." Jack Kerouac

quinta-feira, 22 de março de 2012

Navegar é preciso...


"É sempre tempo de mudanças.
E aqui estou eu mais uma vez revendo rotas, observando a posição das estrelas, virando o leme e traçando um novo rumo...
Nas incertezas de minhas entranhas vou descobrindo novos mares.

Não, não é volubilidade. É questão de adaptação, sobrevivência. 
Sou fiel aos meus princípios. Minhas inquietudes é que me movem.

Antigamente me culpava por não seguir até o fim um caminho que havia traçado. Mas entendi que isso pode não ser um defeito, mas uma qualidade. Nem sempre o caminho mais curto é uma reta. Os desvios podem ser enriquecedores...

Covardia é não ter a coragem de mudar. Burrice é continuar andando por uma rua sem saída.

É necessário rever as rotas de tempos em tempos, pois só o que está morto não pode mudar.
Até o tempo não para..."

quinta-feira, 15 de março de 2012

Loucos e Santos




Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila.
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.
Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
Deles não quero resposta, quero meu avesso.
Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco.
Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos nem chatos.
Quero-os metade infância e outra metade velhice!
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou.
Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril.
Oscar Wilde

quarta-feira, 14 de março de 2012

Família de Quinta!

Pq somos o resultado de muitas famílias!


"Ter uma família me deu tudo. Um razão para viver. Uma razão para não ser um estúpido silencioso. Uma razão para aprender, razão para respirar, uma razão para cuidar. Deu-me tudo." Johnny Depp

sexta-feira, 9 de março de 2012

Desejo


Desejo 

Fartas colheitas chegando em seus campos e belas flores surgindo em seus jardins, perfumando suas vidas no exalar das fragrâncias que não se compra em mercados: Paz, Amor e Prosperidade muita luz . "Existe uma luz que brilha além de todas as coisas na terra, 
além dos mais altos, dos mais altíssimos céus.
É a luz que brilha em teu coração

Eu amo borboletas porque humildemente elas carregam o polém Para nos oferecer lindos buquês de flores. 
Que você seja como uma borboleta nos oferecendo sempre a beleza, a alegria, o perfume e a humildade. 

A alma é uma borboleta...
há um instante em que uma voz nos diz
que chegou o momento de uma grande metamorfose..."
Rubem Alves.


Tenham todos um ótimo final de semana

quarta-feira, 7 de março de 2012

Tenho consciência..........

“Tenho consciência de ser autêntica e procuro superar todos os dias minha própria personalidade, despedaçando dentro de mim tudo que é velho e morto, pois lutar é a palavra vibrante que levanta os fracos e determina os fortes. O importante é semear, produzir milhões de sorrisos de solidariedade e amizade. Procuro semear otimismo e plantar sementes de paz e justiça. Digo o que penso, com esperança. Penso no que faço, com fé. Faço o que devo fazer, com amor. Eu me esforço para ser cada dia melhor, pois bondade também se aprende!”
— Cora Coralina 

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

O que eu aprendi com meus amigos!

Mais tarde eu saberia que certas experiências se partilham, até mesmo sem palavras, só com gente da mesma raça. O que não significa nem cor, nem formato de olho, nem tipo de cabelo, mas o indefinível parentesco da alma.
"Lya Luft"