Galera

Galera
A maior parte dos seres humanos, por preguiça e comodidade, segue o exemplo da maioria. Pertencer à minoria é tornar-se vulnerável, expor-se à critica. Tomar consciência da normose e de suas causa constitui a verdadeira terapia contemporânea. Trata-se, também, do encontro com a liberdade. Seguir cegamente as normas é tornar-se escravo. Roberto Crema

Esse é nosso lema!!

Esse é nosso lema!!
ESSE É NOSSO LEMA!!!! "A amizade é uma alma que habita vários corpos. Um coração que habita várias almas" Aristóteles

BOAS VINDAS!

Querer mudar o mundo é um desejo saudável e totalmente necessário. " Para ser feliz, o ser humano precisa somente de duas coisas: cultivar sementes de paz em seu coração e ter bons amigos. " - Buddha

Espaço da Galera!!!!!!!!!!!!!!!!!!

As coisas mais simples são os melhores presentes.

Leveza pra conduzir a vida; Beleza, que vai muito além da estética;

Determinação, porque sem ela nada acontece, nada;

Harmonia, paz e alegria sempre.

Silvana Mara dias Souza

domingo, 6 de julho de 2014

Você sabe o que é simplicidade voluntária?

Conheça a simplicidade voluntária, um estilo de vida que perverte velhos conceitos, e descubra de uma vez por todas como simplificar sua vida


O movimento simplicidade voluntária cutuca velhos conceitos do viver bem
Foto: Reprodução
As remexidas em velhos conceitos são algumas das propostas da simplicidade voluntária, um estilo de vida que passou a se propagar nos Estados Unidos nos anos 1970, em resposta à sociedade de consumo, ganhou ecos em países como Canadá e França e, devagarzinho, chega ao Brasil. Pesquisas estimam que, nos Estados Unidos, cerca de 20 milhões de pessoas, 10% da população, estejam optando por uma vida materialmente mais comedida, pautada na convivência com a família, os amigos e a comunidade e no respeito à natureza, no sentido de fazer o máximo para preservar seus recursos. "Uma maneira de viver que é exteriormente mais simples e interiormente mais rica", diz o escritor norteamericano Duane Elgin em seu livro Simplicidade Voluntária. O título do livro, lançado em 1981, deu nome a essa forma de viver.
A expressão simplicidade voluntária deixa claro que não se deve confundir simplicidade com pobreza. Simplicidade é escolha, pobreza não. Simplicidade tampouco tem a ver com negar a tecnologia - afinal, ela é muito útil. E muito menos significa mudar-se para uma cabana na floresta. A idéia é simplificar a vida onde se está, com o que se tem - e a maior parte das pessoas que já fazem isso vive nas cidades.

Dinheiro é tempo

Além do tempo e da energia investidos para ganhar o dinheiro necessário para comprar bens, também é preciso mantê-los. Se tem dois carros em vez de um, vai ao mecânico o dobro de vezes. Existem pessoas que parecem viver para resolver os problemas dos bens materiais que têm. Por isso, vale a reflexão: o quanto o tempo e a energia investidos para a aquisição de coisas podem minguar as oportunidades de conviver com as pessoas, de buscar a espiritualidade, o autoconhecimento e o senso de comunidade?

A escritora Vicki Robin, uma das precursoras da simplicidade voluntária nos EUA, recomenda: tenha uma relação mais pessoal com o dinheiro. Ele é sua energia vital. Você paga pelo dinheiro com seu tempo, afirma Vicki. Quando você gasta dinheiro, não está gastando um papel emitido pelo governo, mas as horas que você investiu em seu trabalho. E, "porque você se ama e se respeita, é melhor gastar o dinheiro com coisas que tenham valor para você", diz.

Um homem é rico na proporção do número de coisas de que pode prescindir, afirma o filósofo americano Henry David Thoreau em seu livro Walden Ou a Vida nos Bosques. A verdadeira riqueza não estaria nos bens materiais, mas sim na qualidade das relações consigo mesmo e com os outros. O consumo em excesso poderia, então, ser um sintoma do vazio em outras áreas da vida, uma forma de compensação. O bom materialista é aquele que tira o proveito máximo dos bens materiais. Se você tem uma coisa, use-a muito, até acabar, diz Thoreau.

Ponto de suficiência

Simplicidade significa eliminar distrações triviais, tanto materiais como imateriais, e focar no essencial - o que quer que isso signifique para cada um. Mas como é difícil decidir o que é essencial! O pior é que, como diz Jorge Mello, um dos maiores divulgadores da simplicidade voluntária no Brasil, essa constatação não é transferível.

Em seu livro Dinheiro e Vida, Vicki Robin apresenta um gráfico que relaciona satisfação e dinheiro despendido. O gráfico faz uma curva ascendente, passando pelas necessidades básicas, algum conforto e pequenos luxos (sem exageros), até chegar ao ponto de suficiência quando os luxos passam dos limites, a curva começa a descer, pois a relação entre dinheiro e satisfação já não vale a pena. O ponto de suficiência seria o ideal para quem quer ter uma vida simples, mas longe da privação ou do sofrimento - pois isso não tem nada a ver com simplicidade.

Prazer de viver

A americana Cecile Andrews, autora do livro The Circle of Simplicity (O círculo de simplicidade, sem tradução no Brasil), afirma que temos que gastar nosso tempo com coisas e pessoas que nos dão energia, e não com as que nos tiram energia. Ela cita uma técnica de outro autor, Alan Lakein, que diz que temos de dividir nossas tarefas de acordo com a prioridade em A, B e C. Até aí, nada de novo. O interessante é que ele propõe que, uma vez que você detecte quais são seus Cs aquilo que suga sua energia, você deve deixar de fazê-los pelo máximo de tempo possível.

Independentemente da conclusão a que você chegue, não faça mudanças bruscas. Sua vida tem muito setores. Escolha apenas um e comece devagar, para que simplificar a vida não se torne um complicador. É a partir de mudanças pequenas na casa, no meio de transporte, na alimentação, na relação com os vizinhos que podem surgir grandes transformações.

Livros para saber mais
Simplicidade Voluntária, Duane Elgin, Cultrix
Dinheiro e Vida, Joe Dominguez e Vicki Robin, Cultrix
Walden Ou A Vida nos Bosques, Henry D. Thoreau, Ground

sábado, 5 de julho de 2014

Estar de bem com a vida!

Conheça as pistas que nos fazem seguir pelo caminho da felicidade para ficar de bem com a vida ou da amargura





Gente de bem com a vida percebe que a felicidade é um estado interior que não precisa ser prejudicado pelo que acontece fora de nós
Ilustração: Eder Redder
"Cuidado, a vida é pra valer. E não se engane não, tem uma só. Duas mesmo, que é bom, ninguém vai me dizer que tem sem provar muito bem provado, com certidão passada em cartório do céu, e assinada embaixo: Deus! e com firma reconhecida."

A frase acima só podia ser de um poeta transgressor como Vinícius de Moraes. É uma das partes faladas do Samba da Bênção, que ele compôs e Baden Powell musicou. Enaltecendo a beleza do samba e a aventura do amor, ele fala mesmo, em seus versos, da arte de viver. Pede bênção aos amigos e diz que já viajou muitas canções, mas que ainda há muitas para viajar.

Os versos de nosso "poetinha" resumem como poucos a dupla função da poesia: agrada aos sentidos e faz pensar. "Cuidado, a vida é pra valer", não é algo a ser desperdiçado, até porque, "não se engane não, tem uma só". Por isso temos que estar de bem com ela.

Estar de bem com a vida. Esse é um tema que ultrapassa o terreno estéril das frases de efeito e chega ao território fecundo da filosofia. "Creio que aqueles que mais entendem de felicidade são as borboletas e as bolhas de sabão", disse Nietzsche, para depois admitir que invejava a leveza desses seres. "Ver girar essas pequenas almas leves, loucas, graciosas e que se movem é o que, de mim, arranca lágrimas e canções", completou. Pois até o mal-humorado filósofo alemão admitiu que há virtude em buscar a paz com o viver.

E o que é estar de bem com a vida senão a capacidade de manter um estado de alegria a despeito das vicissitudes da própria? É claro que a vida é dura, injusta e muitas vezes cruel. Todos sofremos com as perdas e com as angústias próprias do viver, mas não é disso que estamos falando. As condições externas influem, sim, mas o tema aqui é o estado da alma.

Não me agrada o discurso fácil da autoajuda que insiste que você tem a obrigação de ser feliz. Não, felicidade não é uma obrigação nem uma competência. Não é uma alienação. Felicidade nem sequer é um estado definitivo, e com certeza não é um lugar aonde se pode chegar. Por outro lado, não me agrada também a condição das "vítimas do sistema", que se orgulham de sua amargura e a exibem como um troféu conquistado.

Conheço pessoas que souberam lidar bem com as dificuldades naturais de suas existências e conheço outras que se transformaram em vítimas tristes nas mesmas condições. É claro que há situações de extrema dificuldade, e negar a tristeza que vem junto é negar a própria condição humana. Mas essa não é a questão. Não me refiro às tragédias, e sim às dificuldades corriqueiras, que impregnam nosso cotidiano como o musgo na face sul do tronco das árvores, e que podem, com o tempo, apagar o brilho de viver. A menos que não se deixe que isso aconteça.

Encontrei pessoas de bem com a vida nas grandes cidades, trabalhando em imensas corporações. Encontrei-as também em pequenas vilas do interior ou do litoral. Em lugares pobres e em lugares ricos. Em tempos de tranquilidade e em tempos de crise. Ou seja, em todos os lugares. E também encontrei pessoas de mal com a vida. Onde? Exatamente nos mesmos lugares.

Este talvez seja um dos grandes mistérios da psicologia humana. O que faz a diferença entre esses dois tipos de indivíduos? Será sua genética ou terá sido sua educação?

Lembro-me de meus colegas de colégio. Estávamos todos naquela fase de definir o futuro, de escolher a faculdade, de sonhar com o sucesso. Eu, por exemplo, já tinha me decidido: queria ser médico. E também queria ser rico, famoso, comprar um carrão, viajar bastante e ter um monte de namoradas, claro. Afinal, éramos todos adolescentes, cheios de espinhas e de sonhos.

Havia ali os futuros engenheiros, advogados, empresários, e até um diplomata. E havia Fabinho. Ele não tinha planos grandiosos, não queria ficar rico nem famoso. Quando alguém lhe perguntava o que queria ser na vida, ele respondia com um sorriso: "Eu quero é ser feliz". E eu via sinceridade em sua afirmação.

O Fabinho era desses garotos raros que, ao contrário da maioria, não parecia estar em guerra contra o mundo. Não tinha inimigos, não se “empatotava” para odiar a outra "patota". Não se queixava das exigências dos professores nem da dureza das provas, que, aliás, ele tirava de letra.

Fabinho não era rico, nem bonito, nem atleta talentoso. Ele era como a maioria, com virtudes e fragilidades. Era como eu, só que ele tinha algo que lhe era singular. Ele parecia estar de bem com a vida.

De bem com o tempo

Encontrei, como já disse, muitos Fabinhos pela vida afora, como também encontrei seus opostos, os amargurados crônicos. Qual o segredo? Não sei, mas, para começo de conversa, estou certo de quenão existe uma fórmula para ser feliz - e, se existir, ainda que seja apenas uma pista, com certeza ela é pessoal e intransferível.

Entretanto, pessoas de bem com a vida têm, sim, algo a nos ensinar. A primeira lição é que elas não caem na armadilha fácil da felicidade imediata, aquela que é confundida com o prazer descartável, nem transformam a felicidade em um eterno projeto futuro. Gente de bem com a vida percebe que felicidade é um estado interior que não precisa ser prejudicado pelo que acontece fora de nós, e também se dá conta que, se a única coisa que existe de fato é o presente, o futuro vai virar presente e, quando isso acontecer, ele será tão melhor ou tão pior dependendo das providências que tomarmos no presente atual.

Há um quê de sabedoria nessa postura, e um monte de inteligência aplicada ao bem viver, pois, em síntese, quer dizer que temos que viver o presente com um olho posto no futuro, aproveitar cada instante como se fosse único e, ao mesmo tempo, organizar-se para o dia de amanhã para não ser tomado de assalto por notícias ruins nas esquinas da vida. Então é isso, estar de bem com o tempo.

De bem com o básico

Mas tem mais. É necessário equipar-se com alguns artigos de primeira necessidade para alimentar a felicidade, nada muito complicado, acredite. Algumas coisas são óbvias, mas invisíveis como o ar, que só é percebido quando falta. A saúde, por exemplo. Então é melhor cuidar da dita-cuja, pois não dá para ser feliz e doente ao mesmo tempo, e não importa a fase da vida. O mesmo se dá com o dinheiro. É parecido com o ar e a saúde, só damos valor a ele quando falta. O ditado popular insiste, há séculos, que dinheiro não traz felicidade. Estou inclinado a acreditar nisso até certo ponto, pois, se o dinheiro não o faz feliz, a falta dele, provavelmente, vai lhe tirar o sono e prejudicar sensivelmente a felicidade interna bruta.

Resolvidos os requisitos básicos, que atrapalham a busca da felicidade se estiverem ausentes, é hora de cuidar dos ingredientes da verdadeira felicidade, aquela que dá gosto de sentir. E eles são pelo menos três: o que fazemos para viver, como gastamos nosso tempo livre e, talvez o mais importante, com quem compartilhamos tudo isso.

De bem com o que se faz

O que fazemos para viver, evidentemente, é nosso trabalho. Ele nos dá o sustento e a dignidade, mas pode nos dar mais, pode dar o verdadeiro sentido da vida. Todos os trabalhos são dignos, mas temos que ouvir nossa vocação e perceber o significado daquilo que fazemos. Assim, teremos não só um trabalho, mas uma carreira; e não realizaremos apenas tarefas, mas causas. Não acho que alguém, para quem o trabalho seja um peso, possa ser feliz de fato. Você se contentaria em ser feliz só depois do expediente e, ainda por cima, odiar a vinheta do Fantástico, que é o prenúncio da segunda-feira?

Cuidar do tempo livre é ter disposição para se divertir. O prazer, a alegria, a diversão são tão importantes quanto seu trabalho ou o estudo. É desse equilíbrio que sai o caldo de cultura que vai alimentar a felicidade. E curtir a vida tem mais uma vantagem: quando você ficar velho, terá boas lembranças como lenitivo para a vida mais recolhida.

De bem com os outros

Por último, mas muito longe de ser menos importante, estão as relações humanas. Biologicamente, não estamos preparados para a solidão, que só é boa quando é por opção e, ainda assim, por pouco tempo. Ter amigos, curtir a família, cultivar boas relações com seus colegas de trabalhos e vizinhos do condomínio. As boas relações nos fazem felizes, sim, alimentam nosso espírito gregário, nos fazem perceber que somos queridos, geram autoestima.

Entretanto, é bom que se diga, há uma relação humana especial, que tem um imenso poder de agregar felicidade, que transforma silêncio em música, folha em flor, distância em saudade, toque em sedução, sorriso em esperança. Estou falando da pessoa especial que está a seu lado, seu companheiro, sua companheira de jornada. Estou falando do amor verdadeiro, que existe, sim, e é bom, muito bom.

Não conheço os detalhes da vida do Fabinho, mas quem me fala sobre ele relata que ele tem andado por aí com aquela cara que só os apaixonados têm, um misto de paz e entusiasmo, a combinação pra lá de perfeita. No fundo, no fundo, não é difícil ser feliz, mas dá um certo trabalhinho cuidar desses detalhes.

E o incontrolável? O fator acaso existe, afinal? Claro que existe, mas seu potencial para gerar felicidade é diretamente proporcional à atenção e inversamente proporcional ao descaso. Já se disse que o acaso tem sempre a última palavra. Mas podemos rever esse conceito, afinal, a última palavra pode estar com cada um de nós, e é dita por aquilo que fazemos com o que o acaso fez conosco. É a isso que se chama estar de bem com a sorte.

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Ser feliz é pros corajosos!


Ser feliz não é pra qualquer um. Ser feliz significa assumir que você chegou naquele estado que sempre desejou. Significa assumir que muitos dos problemas se foram e que agora não há mais razões para reclamar. Tem gente que não suporta essa ideia. Que não faz ideia do que fazer com a tal da felicidade. E por medo de ser feliz, passa a vida toda se sabotando.

A Felicidade na Estrada

Muitas vezes, o desejo é mais interessante que o processo final. Desejamos muito o carro novo, o dia da festa, a promoção. Mas quando alcançamos o que tanto queríamos, a duração do prazer geralmente é menor do que esperávamos, o que muitas vezes nos faz perceber que a trajetória foi mais divertida do que a chegada. Muitas pessoas vêem a felicidade dessa mesma forma. Acham que felicidade é uma coisa muito distante da realidade e ficam com medo de alcançá-la e não saber o que fazer com ela nas mãos.  Então, se sabotam. Enxergam o erro, a pedra no sapato que está tornando a trajetória rumo à felicidade muito mais dolorosa e longa, mas fingem não enxergar.
Outro dia, conversava com um amigo que se enfiou em uma relação visivelmente destrutiva. O seu passado com relacionamentos conturbados, o fez achar que o seu relacionamento atual era coisa rara de se ver. Achou que por estar com uma mulher fisicamente mais beneficiada que ele, não tinha direito de reclamar. Estava no lucro. No início, as coisas iam bem, na medida do possível. Sexo gostoso, companhia agradável, uma mulher bonita pra impressionar os amigos. Ele retribuía com paciência, carinho, amor e compreensão. Até que a moça foi mostrando seu lado negro conforme a intimidade crescia. Ela queria que ele comprasse um carro novo. Que trocasse de apartamento. Que parasse de fazer as coisas que gostava por causa dela. Qualquer motivo mínimo era motivo pra discussão – inclusive o canal de TV e bagunça no guarda-roupa dele. Ela manipulava e ele cedia. Até que um dia falei: “Cara, ela está empatando sua felicidade. Para de perder tempo, vai buscar que alguém que te acrescente em vez de te diminuir.” E ele retrucou: “Essa história de felicidade é muito filosófica – a vida real não é assim.”

Utopia Feliz

Acredito que felicidade só seja utópica pra quem não acredita nela.
Seria hipocrisia dizer que sou feliz o tempo todo. Não sou. O ser humano tem seus altos e baixos. Tem dia dá vontade de parar de jogar, de pedir pra descer, de decretar falência – mas no dia seguinte, a gente recupera a ideia de que a vida é boa demais pra isso. Por isso acredito que a felicidade seja feita da soma de momentos felizes que acumulamos na vida. E ninguém pode acumular esses bons momentos pela gente. O trabalho é nosso – temos que a aprender a sermos felizes sozinhos. Temos que viver numa busca incansável desses bons momentos, por mais árdua que ela possa ser.
Alguns situações relamente fogem do nosso controle, como doenças ou fatalidades. Outras, estão completamente nas nossas mãos – basta saber o que queremos fazer com elas. Relacionamento com as pessoas é uma dessas coisas que podemos sim controlar, por mais que pareça difícil. Não podemos controlar as ações do outro – mas podemos escolher quem queremos trazer pro nosso lado. Temos que nos afastar das pessoas que sugam a nossa energia, que nos deixam pra baixo, que nos trazem sofrimento. Temos que trazer pro peito aquelas que acrescentam, que somam, que multiplicam as coisas boas da vida.
Aliás, o peito é um lugar no qual não se pode trazer todo mundo. Um dia ouvi uma coisa que faz todo sentido – quando você abraça alguém, os dois corações se aproximam. O abraço é o ato que mais permite que seu coração se aproxime do coração de outra pessoa. Nesse momento, eles batem junto. Por isso, é preciso ter cuidado ao selecionar aqueles que trazemos pra junto da gente. Aqui, o clichê do amor próprio é totalmente válido. Ninguém que te traz sofrimento constante merece ser trazido pro seu peito. Esse lugar tem que ser reservado pros especiais, pros selecionados, pros VIPs da sua vida. A entrada não pode ser liberada pra qualquer um.

 Escassez Não É Desculpa

Esse amigo ao qual me referi no texto, dizia que tinha medo de terminar seu relacionamento caótico por medo de ficar sozinho ou não encontrar alguém do mesmo nível. Se existissem 10 pessoas no mundo, até o entenderia. Mas o mundo tem até mais gente do que deveria ter, vivemos um momento de superlotação. Impossível que você seja a única pessoa legal do planeta. O mundo está cheio de gente querendo alguém pra somar felicidades – veja bem, somar, não dividir. Porque pra um relacionamento ser feliz de verdade, é preciso que os envolvidos sejam inteiros e não metades desesperadas pra encontrar alguém pra suprir suas faltas.
Pra saber se você está no caminho, pense no seu relacionamento e em quantos momentos bons e ruins ele te proporcionou. Faça uma lista se for necessário. Se os momentos de tensão, stress e discórdia forem mais numerosos do que os de alegria, de paz e de satisfação, provavelmente você está sabotando sua felicidade – e colaborando para que o outro sabote a dele também. Desapegue-se do que te faz mal. Escolha ser feliz. E então, quando você viver a sensação de felicidade muito mais presente no seu peito, você com certeza vai saber que valeu a pena.
http://www.casalsemvergonha.com.br/2011/09/28/ser-feliz-e-pros-corajosos/

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Otimismo todo dia!



Otimismo todo dia

Não importa se hoje faz sol ou chuva e sim a luz que há dentro de você.
Espinhos existem, mas não deixe que eles lhe impeçam de sentir o perfume das flores.
Agradeça pela vida que tem, não importam as dificuldades, mas sim, a oportunidade de evolução que o Pai lhe concedeu.
Se ainda não chegou onde almeja, não se sinta incapaz, perceba o quanto já conquistou e siga confiante; tudo tem o seu tempo.
Se foi forçado a mudar o rumo dos seus passos, não se revolte, o Pai sabe o que faz e sempre faz o melhor para cada um de Seus filhos.
Quando a lágrima cair, não faça dela eterna; ao invés da amargura, alie-se à esperança.
Se a tempestade paira sobre a sua cabeça, desenhe um arco-íris e eleve o seu Espírito ao Alto; assim, vencerá qualquer adversidade.
Talvez uma porta se feche, mas não perca tempo se lamentando, olhe para os lados e verá quantas outras portas irão se abrir.
A escuridão, um dia, pode tentar lhe envolver, mas se manter a chama da fé acesa, ela não terá a menor chance de lhe prejudicar.
Problemas surgirão, mas se mantivermos a serenidade, nosso Espírito não será abalado.
Perdas farão sim parte da nossa existência, mas a vida, essa se renova a cada instante.
Desilusões serão muitas, mas não podemos permitir que elas nos impeçam de continuar trilhando o nosso destino.
Se hoje, a injúria brotou em nosso caminho, confiemos na Providência Divina que jamais nos desampara.
Não permitamos que a cólera se instale em nosso ser, busquemos pela harmonia e veremos como o ambiente ao nosso redor se modificará.

Substituamos a mágoa pelo perdão e perceberemos como o coração se liberta de muitas algemas.
Não deixemos de sonhar, porque o primeiro passo para se realizar qualquer obra é esse.
Valorizemos todas as conquistas obtidas, por mais simples que elas possam parecer, porque é aos poucos que progredimos espiritualmente.
Nos momentos de angústia, ao invés do sofrimento, estendamos a mão a quem necessita e quando notarmos nossa dor terá diminuído.
Fraquezas e vícios todos possuímos, o importante é perseverar em nossa reforma íntima, não importa quando tempo ela leve.
Se pedras lhe ferirem, não abandone a jornada, aguarde e verá como as feridas cicatrizam e você voltará a seguir adiante.
Ao invés de se envolver com as trevas, busque o auxílio do Pai e sentirá a Sua luz a lhe guiar em todos os instantes de sua vida.
Não colecione tristezas, busque colorir a sua vida.
Acredite em você, porque o Pai acredita, mas precisa que você também faça a sua parte.
Ouse sempre, recomece quando achar necessário, busque novos ideais, crie asas e conheça novos horizontes.
Não fique preso a fantasmas do passado, viva o presente e semeie os frutos que almeja colher amanhã.
Se perder uma batalha, persevere e não desista da luta, ainda há muito a ser feito.
Tenha fé em cada passo que der, só assim poderá vencer as adversidades.
Ame muito e cada vez mais, assim, a solidão e a tristeza jamais encontrarão espaço em sua vida.

Pratique a verdadeira caridade e sempre terá caravanas de luz ao seu lado.
Vigie os pensamentos negativos.
Combata o pessimismo e alie-se ao otimismo todos os dias, independente dos fatos que venham a ocorrer.
Porque só com otimismo podemos enxergar as portas que se abrem.


Sônia Carvalho

terça-feira, 24 de junho de 2014

Você quer ser feliz ou ter razão?

por Maria Silvia Orlovas


Você já reparou como facilmente somos gentis, inteligentes, simpáticos com pessoas estranhas e justamente na nossa casa? Com os nossos familiares costumamos muitas vezes nos mostrar muito mais fechados, irritados e carrancudos.

Já reparou como as pessoas do convívio diário tiram você do sério?

Claro que cada pessoa tem seu limite, tem suas razões e seus momentos de harmonia e desarmonia, mas a família é um teste. Você já se perguntou por quê?

Nos ensinamentos espirituais, aprendemos que normalmente a família é o berço do aprendizado e dos resgates cármicos porque nela se encontram nossos mais queridos amores e também nossos mais complicados desafetos, justamente porque é ali que nossas arestas são lapidadas. É na família que temos a liberdade de ser nós mesmos, sem máscaras, sem regras sociais, mas será que exatamente por conta dessa liberdade temos o direito de sermos desrespeitosos e mal educados? Será que porque temos que conviver com essas pessoas temos o direito de mostrarmos nossa contrariedade e mal humor?

Uma criança, supostamente, não escolhe de quem será filha, mas crescendo é naturalmente convidada a aprender e melhorar seu comportamento. Uma vez, ouvi um amigo dizer que quando crescemos podemos ou não abrir mão de uma herança maligna. O que significa que, tendo consciência, não devemos mais nos esconder atrás de comportamentos negativos de nossos pais e familiares. Podemos dizer não a algo que vem conosco de berço. Podemos mudar. E muitas vezes é esse o grande convite da nossa encarnação.

Felizmente, muitas histórias não precisam terminar em separação e ranger de dentes. Podemos construir amor em nossas vidas, podemos encontrar outras pessoas e criar um novo núcleo familiar, podemos viver da forma que desejarmos viver, porém, seja qual for o tipo de sua família, pode ter certeza que os desafios da convivência continuarão a bater em sua porta. Pode ser que você deseje morar sozinho para se proteger da intimidade complicada, mas se assim for, outros núcleos passarão a incomodar você. Quem não tem que conviver com pessoas diferentes no trabalho? Nos estudos? Ou até mesmo na academia?

A vida vai juntando as pessoas justamente porque precisamos da experiência de lidar com o outro e com os desafios que ele nos traz.

Os filhos também não vêm prontos. Quem já teve filhos, sabe muito bem que cada pessoa é um universo; crianças criadas numa mesma casa, com os mesmos pais podem ser completamente diferentes. E essas diferenças costumam se mostrar já quando são bebês. E isso é natural porque somos almas que vêm para este plano de existência com suas histórias e seus desafios. Porém, ninguém vem totalmente pronto. Todos nascemos para nos aprimorar.

Se você não está muito bem em sua casa pense no que pode ser feito para melhorar a convivência, já que nem sempre é possível sair e fechar a porta atrás de si. Será que ficar mais em silêncio não ajudaria? Será que sublimar certas provocações também não seria saudável?

Com certeza, em alguns momentos você pode ter razão e até sentir necessidade de afirmar seu ponto de vista, mas muitas vezes vale muito mais deixar as situações passarem e se dissolverem por si mesmas. Como diz Sai Baba: "Você quer ser feliz ou ter razão?"

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Os Amigos São Pessoas que se Preferem!

Se há um lugar onde a integridade própria não é ameaçada pela falta de verdade e pela ausência de liberdade, ele é, sem dúvida, a amizade. Os amigos são pessoas que se preferem. Cada amigo é, por isso, uma rejeição de muitas outras. Querer ser «amigo de toda a gente», usar indeliberadamente as palavras amigo e amiga para descrever todos os conhecimentos indistintamente, prezar a amizade como valor abstrato sem investir energicamente numa prática particular - tudo isto é um egoísmo guloso, escondendo a frieza e o interesse em reificações abstrusas de conceitos demasiado gerais, inevitavelmente presos a visões fraudulentas da «humanidade». 

Recear a criação de inimigos é querer impedir, logo à partida, a criação de uma amizade. Uma das tragédias da nossa idade é a invasão do domínio pessoal por valores que pertencem apenas ao domínio social. Assim, a liberdade, por exemplo, passou a ser um verdadeiro constrangimento do amor, da amizade. Certas noções de autonomia acabam por destruir a base profunda de uma relação humana séria e sentida: a lealdade. Não se pode querer amar e ser amado sem prescindir daquilo que se preza ser a «liberdade». A lealdade é um constrangimento que se aceita e que se cumpre em nome de algo (de alguém) que se julga (porque se ama) mais precioso que a liberdade. Quando se é independente não se pode depender de (confiar em) ninguém. Não querer ser livre, quando se ama, é não querer ficar sozinho. Se custa abdicar, sacrificar, pactuar, é esse o preço a pagar, por algo que vale muito mais: o valor raro, sem preço, de amar. 

Miguel Esteves Cardoso,

quinta-feira, 19 de junho de 2014

30 coisas que você deve começar a fazer para si mesmo.

A #4 é um benefício instantâneo.

Não é a primeira vez que publicamos um texto de Marc e Angel. Há alguns dias lançamos aqui no Awebic o texto “30 coisas que você deve parar de fazer a si mesmo“, autoria do casal.
O texto que você vai ler a seguir também foi escrito por Marc e Angel (traduzido pelo siteLifeBuzz.com), sendo uma resposta àqueles que acharam que o primeiro texto é uma versão negativa de se ver as coisas.
Então agora temos uma versão positiva. 30 coisas que você deve começar a fazer para si mesmo. Vamos?
Bora.

1. Comece a passar o tempo com as pessoas certas

30 coisas que você deve começar a fazer para si mesmo (1)
Estas são as pessoas que você gosta, que amam e apreciam você, e que o incentivam a melhorar de maneira saudável e estimulante. São aquelas pessoas que fazem você se sentir mais vivo, e não só aceitam quem você é agora, mas também estão de acordo e aceitam quem você quer ser, incondicionalmente.

2. Comece a enfrentar seus problemas de frente


30 coisas que você deve começar a fazer para si mesmo (2)
Não são os seus problemas que definem você, mas como você reage e se recupera deles. Os problemas não vão desaparecer se você não agir. Faça o que você puder, quando puder, e reconheça o que você fez. É uma questão de dar passos de bebê na direção certa, centímetro por centímetro. Estes centímetros contam, eles somam metros e quilômetros a longo prazo.

3. Comece a ser honesto com você mesmo sobre tudo


30 coisas que você deve começar a fazer para si mesmo (3)
Seja honesto sobre o que está bem, assim como sobre o que precisa ser mudado. Seja honesto sobre o que você quer alcançar e quem você quer se tornar. Seja honesto com todos os aspectos da sua vida, sempre. Porque você é a única pessoa que você sempre pode contar. Procure a verdade na sua alma, para que você realmente saiba quem você é. Quando você fizer isso, você terá uma melhor compreensão de onde você está agora e como você chegou aqui, e você estará melhor equipado para identificar onde você quer ir e como chegar lá. Leia O Caminho Menos Percorrido.

4. Comece a fazer da sua própria felicidade uma prioridade


30 coisas que você deve começar a fazer para si mesmo (4)
Suas necessidades importam. Se você não se valoriza, não se cuida e não se defende, você está se sabotando. Lembre-se, é possível cuidar das suas próprias necessidades e ao mesmo tempo cuidar das pessoas ao seu redor. E quando as suas necessidades forem atendidas, você provavelmente vai ser muito mais capaz de ajudar aqueles que precisam de você.

5. Comece a ser você mesmo, genuinamente e orgulhosamente


30 coisas que você deve começar a fazer para si mesmo (5)
Tentar ser qualquer outra pessoa é um desperdício da pessoa que você é. Seja você mesmo. Abrace essa pessoa dentro de você, que tem ideias, força e beleza como ninguém. Seja a pessoa que você sabe que você é – a melhor versão de você – do seu jeito. Acima de tudo, seja fiel a VOCÊ, e se seu coração não quiser fazer algo, então não faça.

6. Comece a prestar atenção e viver no presente


30 coisas que você deve começar a fazer para si mesmo (6)
O agora é um milagre. Agora é o único momento garantido para você. Agora é a vida. Então pare de pensar em como as coisas vão ser ótimas no futuro. Pare de ficar pensando sobre o que você fez ou deixou de fazer no passado. Aprenda a ficar no “aqui e agora” e experimentar a vida enquanto ela está acontecendo. Aprecie o mundo pela beleza que ele possui nesse momento.

7. Comece a valorizar as lições que seus erros ensinam


30 coisas que você deve começar a fazer para si mesmo (7)
Tudo bem errar. Os erros são os degraus do progresso. Se você não está falhando de vez em quando, você não está se esforçando o suficiente e você não está aprendendo. Assuma riscos, tropece, caia, e, em seguida, levante-se e tente novamente. Aprecie que você está se esforçando, aprendendo, crescendo e melhorando. Conquistas significativas são quase invariavelmente realizadas no final de um longo caminho de fracassos. Um dos “erros” que você teme pode ser apenas o elo para o seu maior feito na vida.

8. Comece a ser mais gentil com você mesmo


30 coisas que você deve começar a fazer para si mesmo (8)
Se você tivesse um amigo que falasse com você da mesma forma como, às vezes, você fala com você mesmo, quanto tempo você permitiria que essa pessoa fosse sua amiga? A maneira como você se trata estabelece o padrão para os outros. Você deve amar quem você é ou ninguém mais irá.

9. Comece a desfrutar as coisas que você já tem


30 coisas que você deve começar a fazer para si mesmo (9)
O problema com muitos de nós é que pensamos que vamos ser feliz quando alcançarmos certo nível na vida – um nível que outros conseguiram – seu chefe com seu escritório de canto, o amigo de um amigo que é dono de uma mansão na praia, etc. Infelizmente, pode levar algum tempo antes que você chegue lá, e quando você chegar lá, você provavelmente vai ter um novo destino em mente. Você vai acabar gastando toda a sua vida trabalhando em direção a algo novo, sem nunca parar para apreciar as coisas que você tem agora. Então, fique em silêncio todas as manhãs quando você acordar, e aprecie onde você está e o que você já tem.

10. Comece a criar sua própria felicidade


30 coisas que você deve começar a fazer para si mesmo (10)
Se você está à espera de alguém para lhe fazer feliz, você está perdendo tempo. Sorria porque você pode. Escolha a felicidade. Seja a mudança que você quer ver no mundo. Seja feliz com quem você está agora, e deixe a sua positividade inspirar sua jornada para o amanhã. Felicidade é frequentemente encontrada quando e onde você decide procurá-la. Se você procurar a felicidade dentro das oportunidades que você tem, você acabará por encontrá-la. Mas se você constantemente procurar outra coisa, infelizmente, você vai encontrar isso também. Leia Tropeçar na Felicidade.

11. Comece a dar uma chance para as suas ideias e sonhos


30 coisas que você deve começar a fazer para si mesmo (11)
Na vida, raramente é sobre ter uma oportunidade, mas sim sobre se arriscar. Você nunca vai estar 100% certo que vai funcionar, mas você sempre pode estar 100% certo que não fazer nada não vai funcionar. Na maioria das vezes você só precisa ir em frente! E não importa o resultado, sempre acaba do jeito que deveria ser. Ou você tem sucesso ou você aprende alguma coisa. De qualquer jeito, você ganha.

12. Comece a acreditar que você está pronto para a próxima etapa


30 coisas que você deve começar a fazer para si mesmo (12)
Você está pronto! Pense nisso. Você tem tudo que você precisa agora para dar o próximo passo adiante, pode ser pequeno, mas deve ser realista. Então abrace as oportunidades que surgem em seu caminho, e aceite os desafios – eles são presentes que irão ajudá-lo a crescer.

13. Comece novos relacionamentos pelas razões certas


30 coisas que você deve começar a fazer para si mesmo (13)
Entre em novas relações com pessoas confiáveis​​, honestas, que refletem a pessoa que você é e a pessoa que você quer ser. Escolha amigos que você tem orgulho de conhecer, pessoas que você admira e que demonstram amor e respeito por você – pessoas que retribuem sua bondade e seu compromisso. E prestam atenção ao que as pessoas fazem, porque as ações de uma pessoa são muito mais importantes do que suas palavras ou como os outros a descrevem.

14. Comece a dar uma chance às novas pessoas que você encontra


30 coisas que você deve começar a fazer para si mesmo (14)
Parece desagradável, mas você não pode manter cada amigo que você já fez. As pessoas e suas prioridades mudam. Assim como alguns relacionamentos vão desaparecer, outros vão crescer. Aprecie a possibilidade de novas relações enquanto você naturalmente larga mão das antigas que não funcionam mais. Confie em seu julgamento. Abrace novas relações, sabendo que você está entrando em território desconhecido. Esteja pronto para aprender, esteja pronto para o desafio e esteja pronto para encontrar alguém que pode mudar sua vida para sempre.

15. Comece a competir contra uma versão anterior de você mesmo


30 coisas que você deve começar a fazer para si mesmo (15)
Seja inspirado pelos outros, aprecie os outros, aprenda com os outros, mas saiba que competir contra eles é um desperdício de tempo. Você está em competição com uma pessoa e apenas uma – você mesmo. Você está competindo para ser o melhor que você pode ser. Vise quebrar seus próprios recordes pessoais.

16. Comece a torcer pela vitória das outras pessoas

30 coisas que você deve começar a fazer para si mesmo (16)
Comece a perceber o que você gosta nos outros e diga a eles. Apreciar o quão incrível as pessoas ao seu redor são conduz a lugares, bons, produtivos, gratificantes e pacíficos. Então, fique feliz por aqueles que estão progredindo. Torça pelas suas vitórias. Seja grato abertamente pelas bênçãos que eles receberam. O que vai, volta, e mais cedo ou mais tarde, as pessoas para quem você está torcendo começarão a torcer por você.

17. Comece a olhar para o lado positivo nas situações difíceis


30 coisas que você deve começar a fazer para si mesmo (17)
Quando as coisas estão difíceis, e você se sente para baixo, faça algumas respirações profundas e procure o lado positivo – os pequenos sinais de esperança. Lembre-se que você pode e vai ficar mais forte quando esses tempos difíceis passarem. E permaneça consciente de suas bênçãos e vitórias – todas as coisas em sua vida que estão bem. Concentre-se no que você tem, não no que você não tem.

18. Comece a perdoar a si mesmo e aos outros


30 coisas que você deve começar a fazer para si mesmo (18)
Todos nós fomos feridos pelas nossas próprias decisões e pelos outros. E enquanto a dor dessas experiências é normal, às vezes perdura por muito tempo. Nós revivemos a dor repetidamente e temos dificuldade em deixá-la ir. O perdão é o remédio. Isso não significa que você está apagando ou esquecendo o que aconteceu no passado. Isso significa que você está deixando de lado o ressentimento e a dor, e está escolhendo aprender com o incidente e seguir em frente com sua vida.

19. Comece a ajudar aqueles que estão a sua volta


30 coisas que você deve começar a fazer para si mesmo (19)
Se preocupe com as pessoas. Oriente-as se você souber um caminho melhor. Quanto mais você ajudar os outros, mais eles vão querer ajudá-lo. Amor e bondade gera amor e bondade. E assim por diante.

20. Comece a ouvir a sua voz interior


30 coisas que você deve começar a fazer para si mesmo (20)
Se isso ajuda, discuta suas ideias com as pessoas mais próximas de você, mas dê a você mesmo espaço suficiente para seguir a sua própria intuição. Seja fiel a si mesmo. Diga o que você precisa dizer. Faça o que o seu coração diz que está certo.

21. Comece a ficar atento ao seu nível de estresse e faça pausas curtas


30 coisas que você deve começar a fazer para si mesmo (21)
Vá mais devagar. Respire. Dê a você mesmo permissão para fazer uma pausa, reagrupar e avançar com clareza e propósito. Quando você estiver muito ocupado, um breve recesso pode rejuvenescer a sua mente e aumentar a sua produtividade. Estas pausas curtas vão ajudá-lo a recuperar sua sanidade e refletir sobre suas ações recentes, assim você pode ter certeza que elas estão alinhadas com seus objetivos.

22. Comece a perceber a beleza dos pequenos momentos


30 coisas que você deve começar a fazer para si mesmo (22)
Em vez de esperar que grandes coisas aconteçam – casamento, filhos, grande promoção, ganhar na loteria – encontre a felicidade nas pequenas coisas que acontecem todos os dias. Pequenas coisas, como tomar tranquilamente uma xícara de café no início da manhã, ou o delicioso cheiro e sabor de uma refeição caseira, ou o prazer de compartilhar algo que você gosta com outra pessoa ou ficar de mãos dadas com o seu parceiro. Perceber esses pequenos prazeres diariamente faz uma grande diferença na qualidade de sua vida.

23. Comece a aceitar as coisas quando elas não são perfeitas


30 coisas que você deve começar a fazer para si mesmo (23)
Lembre-se, “perfeito” é o inimigo do “bom”. Um dos maiores desafios para as pessoas que querem melhorar a si mesmas e melhorar o mundo é aprender a aceitar as coisas como elas são. Às vezes é melhor aceitar e apreciar o mundo como ele é, e as pessoas como elas são, em vez de tentar fazer com que tudo e todos estejam em conformidade com um ideal impossível. Não, você não deve aceitar uma vida medíocre, mas deve aprender a amar e valorizar as coisas até mesmo quando elas não são perfeitas.

24. Comece a trabalhar na direção dos seus objetivos todos os dias


30 coisas que você deve começar a fazer para si mesmo (24)
Lembre-se, a viagem de mil quilômetros começa com um passo. Seja qual for o seu sonho, todo dia dê um passo pequeno, mas coerente, para que seu sonho aconteça. Vá lá e faça alguma coisa! Quanto mais você trabalhar, mais sorte você terá. Enquanto muitos de nós dizemos, em algum momento durante o curso de nossas vidas, que queremos seguir a nossa vocação, poucos são aqueles astutos que realmente trabalham para que isso aconteça. Por “trabalhar por isso”, eu quero dizer se dedicar consistentemente ao resultado final. Leia Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes.

25. Comece a dizer mais como você se sente


30 coisas que você deve começar a fazer para si mesmo (25)
Se você está sofrendo, dê a você mesmo o espaço e o tempo necessário para se sentir a dor, mas esteja aberto sobre isso. Converse com as pessoas mais próximas a você. Diga-lhes a verdade sobre como se sente. Deixe-os ouvir. O simples ato de desabafar é o seu primeiro passo para se sentir bem novamente.

26. Comece a tomar plena responsabilidade pela sua vida


30 coisas que você deve começar a fazer para si mesmo (26)
Seja responsável pelas suas escolhas e pelos seus erros, e esteja disposto a tomar as medidas necessárias para melhorar de acordo com eles. Ou você assume responsabilidade pela sua vida ou alguém o fará. E quando alguém o fizer, você vai se tornar um escravo das suas ideias e sonhos em vez de um pioneiro dos seus próprios sonhos. Você é o único que pode controlar diretamente o resultado da sua vida. E não, não vai ser sempre fácil. Cada pessoa tem uma pilha de obstáculos na frente delas. Mas você tem que assumir a responsabilidade pela sua situação e superar esses obstáculos. Optar pelo contrário é escolher uma vida de mera existência.

27. Comece a nutrir seus relacionamentos mais importantes


30 coisas que você deve começar a fazer para si mesmo (27)
Leve para a sua vida, e para as vidas daqueles que você ama, verdadeira e honesta alegria com o ato simples de lhes dizer regularmente o quanto eles significam para você. Você não pode ser tudo para todos, mas você pode ser tudo para algumas pessoas. Decida quem são essas pessoas em sua vida e trate-as como se fossem da realeza. Lembre-se, você não precisa de certo número de amigos, apenas um número de amigos que você pode contar.

28. Comece a se concentrar nas coisas que você pode controlar


30 coisas que você deve começar a fazer para si mesmo (28)
Você não pode mudar tudo, mas você sempre pode mudar alguma coisa. Desperdiçar seu tempo, talento e energia emocional com coisas que estão além do seu controle é uma receita para a frustração, miséria e estagnação. Invista sua energia nas coisas que você pode controlar e aja sobre elas agora.

29. Comece a se concentrar na possibilidade dos resultados positivos


30 coisas que você deve começar a fazer para si mesmo (29)
A mente tem que acreditar que pode fazer alguma coisa antes que seja realmente capaz de fazê-la. O caminho para superar os pensamentos negativos e as emoções destrutivas é desenvolver emoções positivas que são mais fortes e mais poderosas. Ouça a sua voz interior e substitua pensamentos negativos por positivos. Independentemente de como a situação parece, foque sobre o que você quer que aconteça e, em seguida, dê o próximo passo positivo. Não, você não pode controlar tudo o que acontece com você, mas você pode controlar como você reage às coisas. A vida de todos tem aspectos positivos e negativos. A longo prazo, você ser ou não ser feliz e bem-sucedido depende muito de quais são os aspectos mais focados na sua vida. LeiaThe How of Happiness.

30. Comece a perceber o quão rico você é agora


30 coisas que você deve começar a fazer para si mesmo (30)
Henry David Thoreau disse certa vez: “Riqueza é a capacidade de experimentar a vida plenamente.” Mesmo quando os tempos estão difíceis, é sempre importante manter as coisas em perspectiva. Você não foi dormir com fome na noite passada. Você não dormiu na rua. Você pôde escolher que roupa vestir esta manhã. Você não se cansou hoje. Você não gastou um minuto com medo. Você tem acesso à água potável. Você tem acesso a cuidados médicos. Você tem acesso à Internet. Você pode ler. Alguns poderiam dizer que você é incrivelmente rico, então se lembre de ser grato por todas as coisas que você tem.
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Via: lifebuzz.com

terça-feira, 17 de junho de 2014

Na terra do “Se”


Se quem luta por um mundo melhor soubesse que toda revolução começa por revolucionar antes a si próprio.
Se aqueles que vivem intoxicando sua família e seus amigos com reclamações fechassem um pouco a boca e abrissem suas cabeças, reconhecendo que são responsáveis por tudo o que lhes acontece.
Se as diferenças fossem aceitas naturalmente e só nos defendêssemos contra quem nos faz mal.
Se todas as religiões fossem fiéis a seus preceitos, enaltecendo apenas o amor e a paz, sem se envolver com as escolhas particulares de devotos.
Se a gente percebesse que tudo o que é feito em nome do amor ( e isso não inclui o ciúme e a posse) tem 100% de chance de gerar boas reações e resultados positivos.
Se as pessoas fossem seguras o suficiente para tolerar opiniões contrárias às suas sem precisar agredir e despejar sua raiva.
Se fôssemos mais divertidos para nos vestir e mobiliar nossa casa, e menos reféns de convencionalismo.
Se não tivéssemos tanto medo da solidão e não fizéssemos tanta besteira para evitá-la.
Se todos lessem bons livros.
Se as pessoas soubessem que quase sempre vale mais a pena gastar dinheiro com coisas que não vão para dentro do armários, como viagens, filmes e festas para celebrar a vida.
Se valorizássemos o cachorro-quente tanto quanto o caviar.
Se mudássemos o foco e concluíssemos que a infelicidade não existe, o que existe são apenas momentos infelizes.
Se percebêssemos a diferença entre ter uma vida sensacional e uma vida sensacionalista.
Se acreditássemos que uma pessoa é sempre mais valiosa do que uma instituição: é a instituição que deve servir a ela, e não o contrário.
Se quem não tem bom humor reconhecesse sua falta e fizesse dessa busca a mais importante da sua vida.
Se as pessoas não se manifestassem agressivamente contra tudo só para tentar provar que são inteligentes.
Se em vez de lutar para não envelhecer, lutássemos para não emburrecer.
Se.
Martha Medeiros ***